Rio Branco
27°C
domingo, 7 de junho de 2026
08:40

Oficina de trabalho “Vulnerabilidade à seca de 2017” é realizado em Rio Branco

Oficina de trabalho “Vulnerabilidade à seca de 2017” é realizado em Rio Branco

Com o objetivo de debater estratégias para atuar no período da seca o governo do Estado, por meio do Instituto de Mudanças Climáticas (IMC) e da Secretaria de Meio de Meio Ambiente, que preside a Comissão Estadual de Gestão de Riscos Ambientais (CEGdRA), realizaram na manhã da última quinta-feira, 18, na Fundação de Tecnologia do Acre (Funtac), a oficina de trabalho “Vulnerabilidade à seca de 2017”.

Os órgãos competentes irão se reunir para avaliar a força tarefa desenvolvida no ano anterior trançando ações estratégicas e preventivas para enfrentar, este ano, os desastres naturais. A ideia é oferecer a população mais vulnerável qualidade de vida e desenvolvimento sustentável através de um trabalho coeso.

Liana Anderson, pesquisadora do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), afirma que um dos objetivos dos estudos é minimizar o impacto, melhorar a resiliência e entender os riscos. Ela desta que a instituição trabalha em duas frentes junto ao estado, uma é sobre os riscos de incêndios florestais e a outra do impacto da seca, além dos projetos indiretos associados.

Vera Reis, diretora do IMC, alerta que em 2017 será uma seca forte, talvez não como a de 2016, pois os rios já apresentam essa tendência.

“Essa reunião traduz duas preocupações, a primeira é de uma instalação de uma seca severa que pode afetar as florestas, por causa da cultura do corte e queima e assim podemos perder o controle do fogo afetando e degradando floresta. A segunda é desrespeito a variação do nível do rio, uma vez que a cidade de Rio Branco e outros municípios dependem do rio para abastecimento de água potável”, declara.

Segundo a diretora, essas são preocupações fundamentais para a manutenção da saúde dos ecossistemas e da saúde da população de modo geral.

“Estamos lançando a força tarefa de monitoramento de incêndios florestais e desmatamento, e o pré-seca que normalmente fazemos com as instituições de nível nacional.

Tentaremos estabelecer quais as estratégias conjuntas que iremos traçar para este ano, para evitar desastres, tomando assim decisões com mais flexibilidade, informações suficientes e adequadas para errar menos”, disse a diretora do IMC.