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segunda-feira, 6 de julho de 2026
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Prefeitura de Boca do Acre é a pior no quesito transparência, segundo MPC

O Ministério Público de Contas do Amazonas (MPC-AM) divulgou em seu site, o ranking da transparência, em que lista prefeituras, câmaras municipais e outras instituições, usando como critério fundamental o nível de publicidade de todos os atos administrativos, que envolvem principalmente os gastos.

A Prefeitura de Boca do Acre ficou entre as piores de todo o Estado do Amazonas no que diz respeito à transparência. Esse resultado está dentro da normalidade, uma vez que desde que assumiu a gestão do município, a gestão do prefeito Zeca Cruz simplesmente decidiu não ser transparente, omitindo dados como a folha de pagamento, entre outras divulgações que por sinal são obrigatórias, do ponto de vista de legal e moral, já que se trata de uma administração pública, onde a satisfação deve ser dada ao público.

Foram duas avaliações realizadas pelo MPC, nos anos de 2020 e 2021, e em ambas, o Poder Executivo municipal não conseguiu boa pontuação, figurando com a pior nota de avaliação, o que a deixa no nível crítico, acompanhada de outras cinco prefeituras.

Em uma escala de avaliação que vai de 0 a 100% de transparência, Boca do Acre não conseguiu atingir sequer 1%. Na mesma posição, estão as prefeituras de Silves, Lábrea, Tapauá, Itapiranga e Autazes.

No topo do ranking, como a prefeitura mais transparente do Amazonas, está Manaus, avaliada com 90,88%, seguida de Tefé (69%), Maués (48,55%), Humaitá (43,64%) e Apuí (42.07%), que fecha a lista das cinco prefeituras mais transparente do estado.

Câmara Municipal de Boca do Acre
Mas, nem só de vergonha sobrevive o município de Boca do Acre, pelo menos se depender da Câmara Municipal, que está entre as 10 mais transparentes do Amazonas. Na lista que é liderada pelo Poder Legislativo de Parintins (63,72%), a Câmara Municipal de Boca do Acre (CMBA) está na décima posição, com avalição de 38,85%.

Vale ressaltar que a atitude de transparência da CMBA vem evoluindo com o tempo. Em 2020, o legislativo foi avaliado com o percentual de 28%.