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quinta-feira, 23 de julho de 2026
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Posto em Rio Branco nega irregularidade após denúncia de cliente sobre abastecimento de gasolina

Após a circulação de um vídeo nas redes sociais nesta sexta-feira (11), em que um cliente denuncia suposta irregularidade no abastecimento de gasolina em uma bomba do Posto Conquista, em Rio Branco, o Grupo JRSA Participações, responsável pela gestão do estabelecimento, se pronunciou negando qualquer problema no fornecimento do combustível. Segundo a empresa, o episódio foi resultado de um equívoco cometido por um funcionário que não percebeu que a bomba em questão estava lacrada para manutenção.

De acordo com nota emitida pelo grupo, o frentista acidentalmente rompeu o lacre da bomba e realizou o abastecimento, sem perceber que o equipamento estava fora de uso. “A bomba estava desativada para manutenção e o erro foi prontamente comunicado ao cliente, que foi informado sobre o ocorrido e teve o combustível oferecido em outra bomba sem custo adicional”, explicou Paulo Victor de Souza Luz, diretor operacional do grupo.

A empresa destacou que, conforme os registros da automação do posto, a bomba mencionada estava sem realizar vendas há 37 dias e que, no período, apenas uma venda ocorreu — exatamente no valor solicitado pelo cliente. Souza Luz também afirmou que o cliente, após ser informado sobre o erro, se recusou a ouvir as explicações e divulgou o caso nas redes sociais.

Em sua defesa, o grupo JRSA criticou a postura do cliente, classificando a acusação como “prematura e irresponsável”. “Ele utilizou sua rede social como um tribunal da verdade, condenando o trabalho sério e responsável do posto”, declarou o diretor, ressaltando que o cliente não sofreu qualquer prejuízo financeiro, já que não chegou a pagar pelo combustível.

O proprietário do Posto Conquista, Alan Bader, também se pronunciou, reafirmando o compromisso do estabelecimento com a transparência e responsabilidade na venda de combustíveis. Ele reforçou que o incidente se limitou ao rompimento do lacre e que nenhuma irregularidade foi cometida.

O Grupo JRSA, que opera no mercado de combustíveis há 12 anos, frisou que nunca sofreu autuações ou penalidades por parte de órgãos como a Agência Nacional do Petróleo (ANP), INMETRO ou PROCON. A direção do grupo também se colocou à disposição das autoridades para qualquer fiscalização necessária.