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sexta-feira, 24 de julho de 2026
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Parlamentares estaduais comemoram a convocação de quase 200 policiais militares pelo Executivo

O anúncio da convocação de 187 policiais militares feito pelo governador Gladson Cameli na última segunda-feira, 7, ganhou destaque na sessão de ontem, 8, na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). Parlamentares da base aliada e oposição comemoram a decisão do chefe do Executivo estadual.

Na oportunidade, Gladson também frisou haverá “novidades” sobre o cadastro de reserva da Polícia Civil.

Roberto Duarte (MDB) destacou a importância da convocação. “Nós precisamos desses policiais nas ruas dando segurança para a nossa população. Eu luto pelo cadastro de reserva, mas também luto pela Segurança Pública do Estado do Acre. Nada melhor que uma notícia que o governador deu ontem (…) quero parabenizar o governador pelo cumprimento da sua palavra com o cadastro de reserva”, disse ele. 

O deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) também comentou sobre a convocação. Ele destacou sobre a participação da da Assembleia Legislativa na defesa da convocação de todos os aprovados no concurso.

“Quero iniciar a minha fala me congratulando, celebrando e festejando com os integrantes do cadastro de reserva da Polícia Militar. Sou da opinião que foi a Assembleia Legislativa do Acre e na Assembleia que se deu o principal palco dessa conquista. Isso é muito importante, esse reconhecimento. Me incorporei a essa luta a partir do pronunciamento de vossa excelência [Roberto Duarte] e permanecerei junto até o curso de formação”, disse Magalhães.

Ele finalizou parabenizando o governador Gladson Cameli pela decisão. “Eu o parabenizo por ter mudado de opinião, porque sua opinião era de negação. Sempre que alguém procura se superar, é importante fazer esses reconhecimentos”. E ponderou: “Fizemos uma batalha coletiva. Destacar aqui o trabalho da Mesa Diretora que em nenhum momento fez objeção ao movimento ou as lutas travadas por essa Casa neste tema”.

Em números foram contratados até agora, segundo o governo, 240 policiais militares, e 256 policiais civis, entre delegados, agentes, escrivães e auxiliares de necropsia. Mais 15 novos peritos e três médicos legistas.