O Disque 100, serviço de denúncias do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, registrou 11.752 casos de violência contra pessoas com deficiência em 2018. O balanço, divulgado apontou aumento de 0,60% nas denúncias comparado ao ano anterior.
De acordo com dados no Acre em 2011 foram registrados 12 casos dessa natureza. Em 2018, esse número salta para 42. As pessoas com deficiência mental são maiores vítimas no Acre. Foram 26 casos em 2018. Já com deficientes físicos foram 11 casos. Os agressores são geralmente, filho ou irmãos.
Os casos de violência ocorreram em casa, escola, hospital, rua, delegacia ou no transporte coletivo. As agressões vão desde a abuso financeiro, negligência, tortura, violência física, psicológica, sexual e abandono.
De acordo com o ministério, a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015) destina-se a assegurar e a promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais das pessoas com deficiência, visando a inclusão social e a cidadania.
Nesse sentido, o Disque 100 serve para fortalecer ainda mais a autonomia das pessoas com deficiência diante dos diversos abusos e para traçar um panorama da situação a ser enfrentada, tanto na formulação de políticas e serviços especializados de proteção da vítima, quanto da responsabilização dos agressores.
Em todo o país, o Disque 100 registrou mais denúncias de violência contra pessoas do sexo feminino (51%). De acordo com a faixa etária, a maior incidência é entre pessoas de 18 anos a 30 anos (24%), seguidas daquelas de 41 anos a 50 anos (23%), 51 anos a 60 anos (21%), 61 anos ou mais (1%) e de 0 a 17 anos (0,6%). As vítimas com a faixa etária não informada somam 6,8%. (Com informações Agência Brasil)
Estatística no Acre
2011 – 12 casos
2012 – 47 casos
2013 – 38 casos
2014 – 23 casos
2015 – 39 casos
2016 – 42 casos
2017 – 38 casos
2018 – 22 casos







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