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segunda-feira, 3 de agosto de 2026
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Aplicativo do Tesouro Direto será desativado em agosto; investidores deverão usar Portal do Investidor

O Ministério da Fazenda anunciou que o aplicativo do Tesouro Direto será desativado a partir de 17 de agosto de 2026. A mudança faz parte da estratégia de modernização dos serviços oferecidos aos investidores, que passarão a utilizar exclusivamente o Portal do Investidor.

Segundo o governo federal, a alteração busca oferecer uma experiência mais completa e integrada para quem investe em títulos públicos.

Mais de 3,6 milhões de investidores serão afetados

Dados divulgados pelo Tesouro Nacional mostram que o programa conta atualmente com 3.689.486 investidores ativos, ou seja, pessoas que possuem saldo aplicado em títulos do Tesouro Direto.

Somente em junho deste ano foram registradas 1.530.276 operações de investimento, movimentando R$ 14,76 bilhões. No mesmo período, os resgates e vencimentos somaram R$ 4,66 bilhões, resultando em uma emissão líquida de R$ 10,10 bilhões.

Quando o aplicativo deixará de funcionar

O aplicativo oficial do Tesouro Direto será desativado em 17 de agosto de 2026. A partir dessa data, todas as consultas e operações deverão ser realizadas por meio do Portal do Investidor.

O que muda para os investidores

O Ministério da Fazenda informou que a desativação do aplicativo não altera os investimentos já realizados.

Os títulos públicos, valores aplicados, rentabilidade, histórico de operações e demais informações permanecerão preservados.

Também não será necessário realizar qualquer procedimento para migrar os investimentos, já que todas as informações estarão disponíveis automaticamente no novo ambiente.

Portal do Investidor concentrará todos os serviços

O Portal do Investidor passará a concentrar todas as funcionalidades anteriormente disponíveis no aplicativo.

Pelo sistema será possível:

• Acompanhar a carteira de investimentos.

• Consultar títulos públicos disponíveis.

• Verificar a rentabilidade das aplicações.

• Realizar novos investimentos.

• Solicitar resgates.

• Consultar o histórico de operações.

• Gerenciar os investimentos em um único ambiente.

Segundo o Ministério da Fazenda, a mudança faz parte da evolução dos serviços digitais do Tesouro Direto e pretende oferecer uma plataforma mais moderna, segura e completa para os investidores.