O Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve a condenação do arquiteto e ex-participante do Big Brother Brasil, Felipe Prior, por estupro. O crime ocorreu em 2014, na capital paulista, e a pena fixada é de oito anos de prisão em regime semiaberto.
A decisão foi proferida pelo ministro Reynaldo Soares da Fonseca e confirmou o entendimento do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), que havia aumentado a pena de seis para oito anos. Apesar da condenação, o réu responde ao processo em liberdade, e ainda há possibilidade de novos recursos.
De acordo com os autos, Felipe Prior e a vítima estudavam na mesma universidade e residiam na Zona Norte de São Paulo à época dos fatos. Após uma festa universitária, em agosto de 2014, o arquiteto teria oferecido carona à vítima e a uma amiga.
Segundo a sentença, após deixar a outra estudante em casa, Prior seguiu com a vítima e, em uma via próxima à residência dela, teria cometido o estupro dentro do veículo. A decisão judicial considerou que a vítima estava sob efeito de álcool no momento do crime.
O processo analisado pelo STJ refere-se a uma das acusações enfrentadas por Prior. O ex-BBB responde a outros processos por estupro. Dois deles resultaram em absolvição, um teve a condenação confirmada e outro ainda aguarda julgamento.
A manutenção da pena reforça o entendimento do Judiciário sobre a gravidade do crime e a responsabilização penal, mesmo em casos ocorridos há mais de uma década.


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