Candidato a deputado estadual pelo Novo afirma que visitas a municípios e comunidades têm servido para conhecer de perto os principais problemas do estado
Andar pelo Acre, conversar com moradores e ouvir as demandas de cada região. É assim que o tenente-coronel Agleison tem conduzido a agenda de campanha para deputado estadual pelo Novo. Segundo ele, as viagens pelo estado têm o objetivo de conhecer de perto a realidade da população antes de apresentar propostas.
“Tenho percorrido diferentes regiões do Acre, saindo do Juruá em direção ao Alto Acre, passando por municípios como Mâncio Lima e Assis Brasil, pelas cidades, comunidades rurais, ramais e seringais”, afirmou.
Para Agleison, o contato direto com moradores permite identificar diferenças entre as necessidades de cada região. Durante as visitas, ele afirma ter ouvido relatos sobre problemas relacionados à saúde, educação, segurança, infraestrutura, transporte, estradas, produção rural, emprego e geração de oportunidades.

Do Juruá ao Alto Acre
Agleison diz que a realidade encontrada durante as viagens reforça a necessidade de uma atuação política que considere as particularidades de cada município e comunidade.
“Quanto mais eu ando, mais eu percebo o tamanho da responsabilidade que tenho pela frente. Cada conversa me apresenta uma realidade diferente. Cada família carrega uma história. Cada comunidade tem suas próprias necessidades”, disse.
Agleison também afirma que o contato com a população não deve ocorrer apenas durante o período eleitoral. Para ele, a proximidade com as comunidades precisa fazer parte da atuação de quem ocupa um mandato público.
“Tenho escolhido conversar antes de prometer e ouvir antes de falar. Não quero construir um projeto político dentro de um gabinete, distante da realidade de quem enfrenta os problemas todos os dias”, afirmou.
Saúde, educação e segurança
Entre as principais demandas relatadas durante as visitas estão saúde, educação e segurança. O candidato também cita a necessidade de melhorias nas estradas, infraestrutura, produção rural e criação de oportunidades para jovens e trabalhadores.
Segundo o candidato, as diferenças entre as regiões do Acre exigem propostas específicas.








“O que encontramos em uma comunidade do Juruá pode ser completamente diferente daquilo que ouvimos no Alto Acre. As necessidades de quem vive nos centros urbanos nem sempre são as mesmas de quem mora em um ramal ou em um seringal”, declarou.
Para ele, conhecer essas diferenças é uma etapa necessária para a construção de um projeto político voltado ao estado.
“Renovar a política é mudar a forma de fazer”
Agleison afirma que pretende manter as viagens e o contato com moradores ao longo da caminhada eleitoral. Na avaliação dele, um eventual mandato deve começar antes mesmo da chegada à Assembleia Legislativa do Acre.
“Eu acredito que um mandato começa muito antes de chegar à Assembleia Legislativa. Ele começa no momento em que decidimos ouvir a população e assumir o compromisso de representar aquilo que ela realmente precisa”, afirmou.
O candidato também defende uma mudança na relação entre políticos e população.
“Renovar a política não significa apenas mudar os nomes. Significa mudar a forma de fazer política”, disse.
Ao falar sobre a sequência da agenda, Agleison resume a estratégia em quatro ações: andar, conversar, ouvir e transformar.
“Eu quero conhecer o Acre por inteiro para poder representá-lo de verdade. Do Juruá ao Alto Acre, das cidades aos seringais, a minha caminhada continua. Andando. Conversando. Ouvindo. E, acima de tudo, me preparando para transformar.”


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