Rio Branco
28°C
sexta-feira, 24 de julho de 2026
18:03

Daniel Zen fala sobre ‘aliança em construção’ com PSB 

O deputado estadual Daniel Zen (PT-AC) falou, na sessão de terça-feira, 7, na tribuna da ALEAC, sobre o posicionamento de partidos políticos após divulgação da Nota Oficial do Partido dos Trabalhadores, resultado do XVI Encontro Estadual da legenda, ocorrido no dia 28/05, aqui no Acre:

“Após divulgação da Nota Oficial do nosso Encontro Estadual, alguns partidos manifestaram sua contrariedade em terem sido citados como parte de uma frente ampla de esquerda no Acre. Quero reiterar que PSOL e SD foram citados, apenas e tão somente, por conta da aliança nacional em torno da candidatura do Presidente Lula. E que, apenas e tão somente nesse sentido é que as respectivas direções partidárias estaduais de ambos os partidos serão procuradas por nós. Mas, quero dizer aqui do tamanho do nosso respeito às pré-candidaturas dos amigos Sanderson Moura e Nilson Euclides”, afirmou o deputado.

Já sobre a possível aliança com o PSB, Zen ponderou da seguinte forma: “Ninguém no PT do Acre teria mais motivos do que Eu para não querer uma aliança com o PSB agora em 2022. E digo isso porque fui Eu, na condição de candidato a prefeito em 2020, quem sentiu na pele as consequências de não quererem o PT como aliado, nem no 1º e nem no 2º turno. Mas, nós somos daqueles que entendem que política a gente não faz com ódio, com rancor ou com mágoa. A política a gente não faz com o fígado e sim com o coração.”

O parlamentar de oposição ainda prosseguiu em seu discurso: “Trata-se de uma aliança em construção. Estamos entendendo que a melhor saída há de ser uma frente ampla de esquerda, que congregue várias forças políticas e que nos ajude a combater o fascismo no plano nacional e a paralisia do governo no plano estadual. O que o PT está dizendo, em sua Nota, é que topa dialogar para construir. Agora, cabe ao PSB também fazer a sua parte: dizer quais são as suas pretensões para com essa aliança com o PT. Dizer do seu compromisso com a eleição do Lula, do Jorge Viana e das nossas chapas proporcionais.” (Assessoria)