O candidato a deputado estadual Adjuto Afonso aproveitou uma reunião política realizada na manhã desta sexta-feira (28), em Boca do Acre, para rebater rumores sobre uma suposta impugnação de sua candidatura. Segundo ele, a Justiça Eleitoral rejeitou o pedido apresentado pelo Ministério Público Eleitoral e sua candidatura permanece apta para a disputa.
Durante o encontro, Adjuto afirmou que o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) analisou o caso e decidiu contra a impugnação de forma unânime. A declaração foi feita diante de apoiadores e lideranças políticas que participaram da reunião.
De acordo com o candidato, informações sobre uma possível irregularidade em sua candidatura começaram a circular em Boca do Acre nos últimos dias. Adjuto atribuiu a disseminação dos rumores a adversários políticos interessados em gerar dúvidas entre os eleitores.
O candidato classificou a situação como “jogo sujo da política” e afirmou que seus adversários estariam tentando utilizar a questão judicial como estratégia para prejudicar sua campanha.
“Estou apto a concorrer e totalmente votável no dia 4 de outubro”, declarou Adjuto durante o encontro.
Reunião reuniu lideranças de Boca do Acre
A agenda política contou com a presença de nomes ligados à administração municipal e ao grupo que apoia a candidatura de Adjuto Afonso. Entre os participantes estavam o prefeito Frank Barros, o vice-prefeito Luiz Alves e o presidente da Câmara Municipal de Boca do Acre, Roderick Costa.
Também participaram da reunião vereadora, secretários municipais e apoiadores da candidatura.
Presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas, Adjuto utilizou o encontro para reforçar sua articulação política no município e demonstrar apoio das principais lideranças locais ao projeto eleitoral.
Situação eleitoral entra no debate político
A declaração de Adjuto coloca a situação jurídica de sua candidatura no centro da disputa política local. Ao afirmar que o pedido de impugnação foi rejeitado por unanimidade pelo TRE, o candidato buscou afastar as informações que, segundo ele, vêm sendo utilizadas por adversários para questionar sua participação na eleição.
A confirmação definitiva da situação eleitoral, contudo, deve ser acompanhada por meio dos registros e decisões oficiais da Justiça Eleitoral.
O episódio ocorre em meio à intensificação da movimentação política em Boca do Acre. Além da busca por apoio e votos, os grupos que disputam espaço no município também passaram a travar uma disputa de narrativas sobre alianças, candidaturas e decisões judiciais relacionadas ao processo eleitoral.
Com a aproximação da eleição marcada para 4 de outubro, a tendência é de que as discussões sobre a situação dos candidatos e as alianças formadas entre as lideranças locais ganhem ainda mais espaço no cenário político de Boca do Acre.


?>
?>
?>
?>
?>
?>
?>
?>
?>
?>
?>