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sexta-feira, 28 de agosto de 2026
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Adjuto Afonso rebate rumores sobre impugnação e acusa adversários de “jogo sujo” em Boca do Acre

O candidato a deputado estadual Adjuto Afonso aproveitou uma reunião política realizada na manhã desta sexta-feira (28), em Boca do Acre, para rebater rumores sobre uma suposta impugnação de sua candidatura. Segundo ele, a Justiça Eleitoral rejeitou o pedido apresentado pelo Ministério Público Eleitoral e sua candidatura permanece apta para a disputa.

Durante o encontro, Adjuto afirmou que o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) analisou o caso e decidiu contra a impugnação de forma unânime. A declaração foi feita diante de apoiadores e lideranças políticas que participaram da reunião.

De acordo com o candidato, informações sobre uma possível irregularidade em sua candidatura começaram a circular em Boca do Acre nos últimos dias. Adjuto atribuiu a disseminação dos rumores a adversários políticos interessados em gerar dúvidas entre os eleitores.

O candidato classificou a situação como “jogo sujo da política” e afirmou que seus adversários estariam tentando utilizar a questão judicial como estratégia para prejudicar sua campanha.

“Estou apto a concorrer e totalmente votável no dia 4 de outubro”, declarou Adjuto durante o encontro.

Reunião reuniu lideranças de Boca do Acre

A agenda política contou com a presença de nomes ligados à administração municipal e ao grupo que apoia a candidatura de Adjuto Afonso. Entre os participantes estavam o prefeito Frank Barros, o vice-prefeito Luiz Alves e o presidente da Câmara Municipal de Boca do Acre, Roderick Costa.

Também participaram da reunião vereadora, secretários municipais e apoiadores da candidatura.

Presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas, Adjuto utilizou o encontro para reforçar sua articulação política no município e demonstrar apoio das principais lideranças locais ao projeto eleitoral.

Situação eleitoral entra no debate político

A declaração de Adjuto coloca a situação jurídica de sua candidatura no centro da disputa política local. Ao afirmar que o pedido de impugnação foi rejeitado por unanimidade pelo TRE, o candidato buscou afastar as informações que, segundo ele, vêm sendo utilizadas por adversários para questionar sua participação na eleição.

A confirmação definitiva da situação eleitoral, contudo, deve ser acompanhada por meio dos registros e decisões oficiais da Justiça Eleitoral.

O episódio ocorre em meio à intensificação da movimentação política em Boca do Acre. Além da busca por apoio e votos, os grupos que disputam espaço no município também passaram a travar uma disputa de narrativas sobre alianças, candidaturas e decisões judiciais relacionadas ao processo eleitoral.

Com a aproximação da eleição marcada para 4 de outubro, a tendência é de que as discussões sobre a situação dos candidatos e as alianças formadas entre as lideranças locais ganhem ainda mais espaço no cenário político de Boca do Acre.