
Como previsto pelos órgãos de controle em Rio Branco, as águas do Rio Acre transbordaram, invadindo o Calçadão da Gameleira, na capital acreana, nesta sexta-feira (1). O rio atingiu a marca alarmante de 17,30 metros.
O avanço das águas sobre o calçadão era uma inevitabilidade iminente, visto que faltavam menos de 15 centímetros para que a inundação ocorresse. Agora, com o local alagado, as autoridades locais e a população ribeirinha enfrentam desafios significativos.
Os números da tragédia são impactantes: mais de 1.300 pessoas foram desabrigadas, enquanto outras 130 famílias foram desalojadas, buscando abrigo nos centros construídos em escolas e no Parque de Exposições. A solidariedade e o apoio mútuo são vitais neste momento de crise, enquanto as comunidades afetadas tentam se recuperar.
A enchente deste ano afetou dezenas de bairros em Rio Branco, incluindo áreas vulneráveis como Ayrton Senna, Palheiral, 6 de Agosto, Cadeia Velha, Cidade Nova e Taquari. As famílias desabrigadas estão sendo acomodadas no Parque de Exposições, onde recebem assistência da prefeitura local.
De acordo com a Defesa Civil, o impacto da inundação já ultrapassou a marca de 100 mil pessoas em todo o Acre, englobando não apenas os desabrigados e desalojados, mas também aqueles que, mesmo diante do risco, optaram por permanecer em suas residências.


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