“O meu filho é uma pessoa de coração bom, nunca o vi atacando ninguém, e foi agredido por esse homem. É só isso que o pessoal do PT sabe fazer”. A frase é do vereador N. Lima (PSL) ao comentar sobre as “ofensas” proferidas pelo deputado estadual Daniel Zen (PT) a Whendy Lima (PSL), também deputado e filho de N. Lima.
Durante a sessão da última quarta-feira, 4, ao tecer críticas a aprovação da Lei Orçamentária Anual (LOA) para 2020, ocorrida no dia anterior, o petista chamou o colega de parlamento de “bebê monstro”.
“Não vamos ser controlados por deputados cínicos, mentirosos e truculentos. Eu votei no presidente Nicolau para a Mesa Diretora e não vou ser mandado pelo Gehlen e pelo bebê monstro do Whendy Lima. Me respeitem cambada. Vão criar vergonha na cara”, falou Zen na ocasião.
A oposição acusa a base governista de ter colocada a matéria para votação no plenário sem a devida análise nas Comissões de Orçamento e Finanças, bem como Constituição, Justiça e Redação.
- Lima classificou racismo a fala de Daniel Zen. Revoltado, o vereador exigiu que o petista se retratasse. “Espero que até a próxima terça-feira ela se retrate com meu filho pela ofensa. Da mesma forma que usou a tribuna para proferir a ofensa, que ele a use para pedir desculpa”, falou.
E acrescentou: “Não o fizer vou me sentir no direito de chama-lo do que eu quiser. Senhores, eu quero saber do que posso chamar esse homem? A minha família foi citada e eu sou um cara que trabalha e eu sou reconhecido por isso. Como devo chamar ele? Como as redes sociais chamam? De deputado maconheiro? Defensor da liberação da maconha? Não estou ofendendo a família desse deputado. Agora, como que eu vou chamar esse elemento de representante do povo, que dedica sua profissão para defender tudo de ruim para a população: como liberação de drogas, ideologia de gênero, contra os princípios básicos da família, e que defende uma sigla (PT) que degrada a família e que defende o socialismo”, finalizou.


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