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sábado, 18 de julho de 2026
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Vanda Milani defende desenvolvimento com sustentabilidade

Em audiência pública realizada esta quarta-feira, 10, na Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável sobre “Esclarecimentos de Novos Procedimentos e Acordos do Ministério do Meio Ambiente”, a deputada Vanda Milani(SD) questionou ao ministro do setor, Ricardo Salles, sobre o que o Acre pode esperar do projeto estratégico do Governo Federal.

A deputada indagou ainda qual o projeto estratégico do Governo Federal para os proprietários de terras que defendem sua propriedade sem qualquer desmatamento.

Em relação ao Acre, Ricardo Salles disse que certamente enfrenta a falta de dinamismo econômico. “Já que, de um lado é impedido de produzir, do outro, a floresta em pé tem sérias restrições com os manejos florestais que, a despeito de serem reconhecidos como importantes, sua execução se torna cada vez mais difícil em razão de regramentos”.

Para o ministro, esse problema é um caso típico de ideologia disfarçada de tecnicidade. Vanda Milani ressaltou ainda que os povos amazônidas são os maiores ambientalistas da nação e, no entanto, são vistos, na sua maioria, como inimigos da pátria.

“Quando na verdade são verdadeiros soldados não pagos e que garantem, a custo zero, a soberania da Amazônia brasileira, sem nenhuma contrapartida para tal, como existe em outros países”.

A parlamentar também destacou que a fronteira acreana não foi aberta à agroindústria, e, por isto, nosso povo sofre o desemprego de seus filhos. “Tem floresta, mas não tem desenvolvimento econômico”.

Sustentabilidade

Segundo Vanda Milani, não é preciso derrubar a floresta, basta ter o respeito pelo meio ambiente e caminhar juntos. Quem vive na Amazônia sabe das dificuldades que o povo passa no dia a dia.

“O pequeno, médio e grande proprietários são os grandes prejudicados”. A deputada lembrou que licenciamentos legais levavam meses – até anos – para serem autorizados e liberados em virtude da falta de flexibilidade. “Hoje, felizmente, o Acre vive dias diferentes. Está sendo dada prioridade às licenças ambientais requeridas, desde que cumprida à legislação ambiental”, finalizou. (Com informações Assessoria)