Raça Forte Nutrição Animal a mais nova e moderna indústria de rações para bovinos

Com a intenção de entrar num mercado em franca expansão e visando fortalecer a pecuária acreana, o empresário Rivelino Mendes anuncia a chegada da Raça Forte, indústria de rações para bovinos. As operações deverão iniciar ainda este semestre.

A Raça Forte tem como foco a produção de ração e proteinados específicos para bovinocultura de corte, leite e animais de elite. Com as obras da indústria já avançadas a expectativa é que o início dos trabalhos ocorra ainda no primeiro semestre deste ano.

A indústria será instalada no Parque Industrial de Rio Branco, ocupando uma área de 12 mil metros quadrados com uma capacidade de produção inicial de 10 toneladas por hora. Com a intenção de atender do pequeno ao grande produtor. Disponibilizando um produto de excelente qualidade, com preços competitivos de mercado.

A empresa trabalhará com representantes espalhados pelos municípios acreanos. Com isso, devem ser gerados uma média de 20 empregos diretos e 80 indiretos.

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Início do sonho

O empresário Rivelino Mendes relatou que a empresa é resultado do desejo pessoal em contribuir com o desenvolvimento do agronegócio no Acre, através do uso da suplementação alimentar na criação animal.

“O uso da suplementação alimentar para criação bovina vem trazendo grandes resultados de ganho para o produtor rural. Estamos, de forma pioneira, investindo nesse segmento, acreditando no potencial do mercado e na capacidade do produtor em assimilar novas tecnologias”

A Raça Forte é uma empresa que nasceu do longo trabalho feito pela Raça Agropecuária que a mais de 15 anos representa a marca Tortuga-DSM no estado do Acre.

É justamente visando fortalecer esse trabalho e demonstrando alta confiabilidade no produto que a Raça Forte anuncia que utilizará como base na sua produção o núcleo premix da Tortuga-DSM, empresa líder mundial no ramo de nutrição animal.

“O diferencial da proposta da empresa Raça Forte Nutrição Animal se chama qualidade, resultado e preço. O que nas balanças dos frigoríficos acabam resultando em lucro ao pecuarista.” ressaltou o empresário.

Justiça do Acre condena dono de animal solto na pista a pagar por danos a veículo

Acidentes ocasionados por animais na pista não é novidade, principalmente nas rodovias, no Acre um proprietário de gado foi condenado a pagar os danos causados a uma veículo público porque os animais soltos na estrada ocasionaram o acidente. A decisão do Juízo da Vara Única da Comarca de Plácido de Castro foi divulgada na segunda-feira, 30, no site do Tribunal de Justiça do Acre (TJ/AC).

O dono dos animais foi condenado a pagar R$ 34.058,30 pelos danos causados em ambulância, em função de seus animais estarem soltos na rodovia e terem causado acidente com o veículo.

O Estado apresentou um laudo técnico concluindo que a “causa do evento foi a entrada inopinada/inadvertida dos animais equídeos na faixa de rolamento da pista direita, no sentido Plácido de Castro, resultando na interceptação do veículo oficial Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) nº 17”.

Segundo os autos do processo, a ambulância do SAMU estava na Rodovia AC 475, indo atender uma ocorrência, quando dois cavalos de propriedade do requerido atravessaram repentinamente a pista e colidiram com o veículo, causando acidente e grandes danos ao veículo.

A titular da unidade judiciária, Juíza de Direito Isabelle Sacramento rejeitou a tese da defesa de que os animais do requerido tinham sido furtados por seu funcionário.

A magistrada afirmou que, “durante o decorrer da instrução ou mesmo na oportunidade da contestação, o réu não apresentou qualquer documento que corroborasse sua tese, ao menos um registro de ocorrência que seja, motivo pelo qual não deve ser levada em consideração”.

O pedido feito pelo estado foi julgado procedente pela juíza, que considerou a realidade civil objetiva do proprietário do animal, “Nesse sentido, a doutrina e jurisprudência convergem para a responsabilidade civil objetiva, isto é, independentemente de dolo ou culpa strictu senso por parte do proprietário do animal, cabe a este reparar os danos por ele causados”, disse.