A reportagem do Uol traz neste domingo, 28, novos informes sobre a política de privatização do governo de Gladson Cameli. Ao ser eleito, Cameli interrompeu um ciclo de 20 anos de gestões petistas e quer se desfazer de várias estatais. Entre elas está a fábrica de camisinha de Xapuri.
O empreendimento, lembra o Uol, foi idealizado na gestão de Jorge Viana, como saída sustentável para o abastecimento nacional de preservativos, mas teve a produção interrompida, e seu futuro, incerto.
São sete empresas públicas em processo de privatização. Entre elas estão as centrais pesqueiras Peixes da Amazônia e Juruá Peixes, o complexo florestal Xapuri, que comercializa madeira em toras, e o Dom Porquito —frigorífico fruto de uma parceria público-privada comunitária.
Também estão em processo de desestatização a indústria florestal público-privada Soar Florestas do Juruá e a Companhia de Desenvolvimento de Serviços Ambientais do Acre (CDSA).
Outros três empreendimentos ainda são passíveis de privatização Administração da Zona de Processamento de Exportação, o complexo industrial florestal de Tarauacá e o frigorífico de peixes Cruzeiro do Sul.
De acordo com o governo do estado, a decisão de privatizar segue “um novo estilo de desenvolvimento” baseado na ideia de que o Estado não deve atuar diretamente como um investidor, mas criar o ambiente ideal para que a iniciativa privada atue e avance.
O governo entende que algumas áreas podem sim aderir a essa tendência nacional de liberalismo econômico”, afirmou ao Uol, a diretora da Secretaria de Comunicação do Acre, Mirla Miranda.


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