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domingo, 5 de julho de 2026
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Segundo CGU, no Acre ocorreram quatro demissões de servidores públicos federais

Segundo CGU, no Acre ocorreram quatro demissões de servidores públicos federais

De acordo com dados do levantamento realizado pela Controladoria-Geral da União (CGU), apontam que em 2018, 65 servidores públicos federais foram punidos por irregularidades e atividades contrárias à lei nos estados da Região Norte. No Acre foram quatro demissões e duas destituições de ocupantes de cargos em comissão.

O motivo das expulsões foi dividido igualmente entre prática de atos relacionados à corrupção, com três penalidades aplicadas (50% do total), e abandono de cargo, inassiduidade ou acumulação ilícita de cargos, também com três casos (50%).

O estudo foi divulgado, nesta segunda-feira, 28. O documento reúne as penalidades expulsivas – demissão de servidores efetivos, cassação de aposentadoria e destituição de cargos em comissão – aplicadas por órgãos e autarquias.

Número regional corresponde a 10,1% do total de 643 penalidades em todo o país. Principal motivo foi a prática de atos relacionados à corrupção.

Os dados não incluem os empregados de empresas estatais, a exemplo da Caixa, Correios e Petrobras. Os servidores apenados, nos termos da Lei Ficha Limpa, ficam inelegíveis por oito anos.

A depender do tipo de infração cometida, também podem ficar impedidos de voltar a exercer cargo público. Em todos os casos, as condutas irregulares ficaram comprovadas após condução de Processo Administrativo Disciplinar (PAD), conforme determina a Lei nº 8.112/1990 (Regime Jurídico dos Servidores), que garantiu aos envolvidos o direito à ampla defesa e ao contraditório.

Entre as unidades da federação, o Acre é o 23º com maior número absoluto de servidores punidos, juntamente com Roraima e Tocantins. Já na comparação proporcional – que considera o número de punições a cada mil servidores federais – o Acre é o 18º com maior média: 4,39 por mil. Os dados proporcionais consideram os últimos cinco anos. Desde o início da série histórica, no período de 2003 a 2018, o estado registra um total de 38 punições expulsivas.

Com informações assessoria de Comunicação CGU