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quinta-feira, 27 de agosto de 2026
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Rio Branco planeja ocupar terrenos abandonados com hortas comunitárias, jardins e áreas frutíferas

O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, reuniu-se com representantes do Ministério Público do Acre (MPE), do Tribunal de Contas do Estado (TCE) e da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semeia), na última sexta-feira (8), para discutir a ocupação de terrenos baldios ou abandonados. O objetivo é evitar queimadas urbanas e transformar esses espaços em hortas comunitárias, jardins e áreas frutíferas.

O projeto será coordenado pelo Ministério Público. Segundo o promotor Alekine Lopes, a meta é transformar áreas abandonadas em locais agradáveis e fomentar a produção de alimentos para pessoas em situação de vulnerabilidade social.

“A importância é dar uma utilidade sustentável e ecologicamente correta para os imóveis urbanos de Rio Branco. Imóveis vazios muitas vezes causam danos, então a ideia é que sejam limpos e usados economicamente para abrigar pessoas em vulnerabilidade social,” explicou o promotor.

A conselheira do TCE, Dulce Araújo, destacou que o projeto é essencial para evitar queimadas urbanas e melhorar a qualidade do ar.

“Esta reunião com o prefeito Tião Bocalom foi para integrá-lo ao projeto, que visa utilizar áreas não aproveitadas de Rio Branco para hortas comunitárias e jardins urbanos. Estamos contribuindo com a Agenda 2030, Fome Zero e Agricultura Sustentável, além de melhorar a qualidade de vida das famílias que poderão consumir alimentos saudáveis dessas áreas.”

O prefeito Tião Bocalom afirmou que o projeto, coordenado pelo MPE e com apoio do Tribunal de Contas, Universidade Federal do Acre (Ufac) e Embrapa, tem tudo para ser um sucesso e melhorar a qualidade de vida dos moradores de Rio Branco, especialmente das famílias carentes.

“Vai ajudar nossa cidade a ficar mais bonita. Com tantos terrenos baldios que temos e que os proprietários não cuidam, esse projeto reduzirá isso, dando um cunho social para que as pessoas possam ter renda e segurança alimentar. Com a presença do Ministério Público e do Tribunal de Contas, teremos maior tranquilidade para que não ocorram problemas futuros com essas áreas,” concluiu Bocalom.