Brasileiros já podem substituir o antigo RG (Registro Geral) pela nova Carteira de Identidade Nacional (CIN), que passa a utilizar o CPF como número único de identificação em todo o país. Embora o modelo antigo siga válido até 2032, manter o documento vencido pode gerar transtornos no dia a dia.
Mesmo não havendo obrigatoriedade legal de renovação imediata após o vencimento, cidadãos com RG desatualizado podem enfrentar restrições em serviços essenciais, acesso a benefícios sociais, operações bancárias, viagens e participação em concursos e exames oficiais.
De acordo com informações divulgadas pela GZH, a nova CIN integra a política federal de unificação de dados e aumento da segurança no sistema de identificação civil.
Após o prazo de validade expirar, a manutenção do RG antigo pode causar dificuldades práticas, já que muitas instituições exigem documentos atualizados para evitar fraudes e garantir a correta identificação do cidadão.
Carteira de identidade vencida: veja os principais riscos
- Restrições em bancos, cartórios e instituições financeiras;
- Dificuldades para emissão de passaporte e realização de viagens internacionais, especialmente fora do Mercosul;
- Possível bloqueio ou atraso no pagamento de benefícios sociais, como Bolsa Família e PIS/Pasep;
- Impedimentos em concursos públicos, seleções privadas e exames oficiais que exigem documento válido.
Prazos de validade do RG
A nova Carteira de Identidade Nacional possui validade definida conforme a faixa etária do titular:
- 0 a 12 anos incompletos: validade de 5 anos;
- 12 a 60 anos incompletos: validade de 10 anos;
- Acima de 60 anos: validade indeterminada.
Para emitir a CIN, o cidadão deve realizar agendamento e comparecer ao posto de atendimento escolhido. O valor da emissão pode variar conforme o estado, mas a primeira via é gratuita em todo o território nacional, conforme prevê a Lei nº 7.116/1983.


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