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sábado, 13 de junho de 2026
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Quanto mais se justifica pior fica

A declaração feita pelo ministro da Educação, Abraham Weintraub ao dizer que “não houve corte, não há corte. Há um contingenciamento”, não explica, não justifica e nem limpa a barra do governo federal junto à comunidade universitária após o bloqueio de 30% da verba de instituições federais de ensino superior.

Decisão que implica na inviabilidade do segundo semestre acadêmico em instituições como a Universidade Federal do Acre (Ufac). O ministro disse que o governo fez a opção pelo contingenciamento para cumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal e disse apostar na retomada da economia.

A impressão que dá é que a educação está sendo tratada como moeda de troca. Neste caso, a jogada seria para aprovação da reforma da Previdência. Dá para imaginar os prejuízos a longo prazo dessa iniciativa?

E os prejudicados serão os próprios brasileiros e as futuras gerações.