Desde o início da contratação de um jatinho para viagens, o governador Gladson Cameli é alvo de polêmica por políticos e pela própria população. Fato é que a tal contratação foi homologada e oficializada no Diário Oficial.
Mas, a pergunta que não quer calar é: qual a real necessidade desse tipo de contratação? Isso não foi explicado pelo governo a quem de fato vai pagar pelo serviço, que é a população. Não é?
Conforme o contrato, a hora do voo custará R$ 18 mil e caso o governo utilize a aeronave por 24 horas de voo em um mês, o custo chegará aos R$ 432 mil. O total de horas oferecidas é de 288 horas. O estado poderá gastar quase R$ 5,2 milhões/ano.
Outro fator que deve ser levado em consideração, são as condições das pistas de pouso no Acre. Em um passado não tão distante, aviões teco-teco atolavam. E como será com um jatinho? São esses e outros questionamentos que a população se faz.
Principalmente, quando serviços básicos como Segurança e Saúde, que, diga-se de passagem, vivem um caos sem precedentes.

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