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segunda-feira, 20 de julho de 2026
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Presidente do PSL no Acre nega que partido tenha aderido a base governista

*Rumores surgiram após Tião Bocalom ter sido cogitado para assumir o comando da Emater

“Seremos oposição porque temos um projeto político para o Acre e os 22 municípios”. A frase é do presidente regional do Partido Social Liberal (PSL), Pedro Valério, em resposta aos rumores de que a legenda teria aderido à base governista. A notícia ganhou força após o ex-prefeito Tião Bocalom, secretário geral do partido, ter sido cogitado para assumir o comando da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural – Emater.

“Não somos nem seremos um partido fisiológico. Porém, jamais seremos uma oposição raivosa, irresponsável ou inconsequente”, disse ao pontuar ainda que as indicações a filiados do PSL ocorrem em caráter individual e que não representam algum acordo com o partido. Qualquer filiado está apto a deixar a legenda a qualquer tempo, sem prejuízo de perder o cargo, tendo em vista que não pertence ao partido.

“Tanto Bocalom quanto outros filiados nomeados deveriam pedir para deixar o partido antes de assumirem qualquer cargo no executivo (…) “Temos muito a contribuir com o nosso estado. O nosso projeto tem por base o liberalismo, que será a redação não apenas econômica do Acre”, disse.

Convite – O ex-prefeito de Acrelândia, Tião Bocalom, foi anunciado oficialmente pelo governador Gladson Cameli na noite de segunda-feira, 8, como o novo diretor presidente da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural-Secretaria de Assistência (Emater) em uma reunião na Casa Civil. Ligada a Secretaria de Agricultura e Pecuária, do secretário Paulo Wadt, que também participou do encontro, o órgão é responsável pela assistência técnica às famílias que moram no campo.

O novo diretor afirmou que irá organizar a pasta e de fato tirar o lema “Produzir para Empregar do Papel”. “Eu falei para o governador que meu sonho era ser governador para provar que o Acre é rico. Que dá para produzir e para empregar. Como ele me deu essa oportunidade, não preciso ser governador. Quero organizar a pasta para tirar o Acre do atraso”, disse.

(Com informações do ACJornal)