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segunda-feira, 6 de julho de 2026
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Pórtico de entrada de Boca do Acre está sujo e fétido

AGOSTINHO ALVES

A cidade de Boca do Acre enfrenta desafios consideráveis quando se trata de limpeza pública. Este cenário, muitas vezes desolador, não é apenas uma consequência da falta de uma cultura de limpeza entre os cidadãos, mas também reflete a ausência de comprometimento por parte das autoridades municipais.

Quem visita Boca do Acre não tem dificuldade para identificar a dificuldade com o povo e a gestão pública têm com o a limpeza da cidade. O pórtico que saúda quem chega ao perímetro urbano reflete essa realidade. O ponto de recepção para quem chega pela BR-317, utilizado para caminhadas, ciclismo e como uma vitrine da cidade, está constantemente poluído com lixo e apresenta um odor desagradável.

A situação, segundo os residentes, é um reflexo direto da falta de uma cultura de limpeza enraizada na comunidade. Entulhos, sacolas plásticas e restos de alimentos são encontramos em uma lixeira que frequentemente transborda, espalhando o lixo de uma margem a outra da BR-317.

A entrada da cidade, destinada a ser uma porta de boas-vindas aos visitantes, tornou-se uma imagem triste do descaso com a limpeza pública. Os cidadãos, por vezes, são confrontados com um dilema: apreciar a paisagem natural ou se incomodar com o lixo acumulado.

Além da falta de consciência cidadã, a administração municipal também enfrenta críticas por não cumprir efetivamente seu papel na gestão dos resíduos. A coleta de lixo não é regular, levando a acúmulos em vários pontos da cidade. A infraestrutura insuficiente e a falta de investimento na conscientização da população sobre a importância da limpeza complicam ainda mais a resolução desse problema.