A Polícia Federal prendeu 36 candidatos às eleições municipais deste ano, todos com mandados de prisão em aberto. A operação aconteceu em 10 estados brasileiros, entre eles o Acre, além de São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Maranhão, Sergipe, Rio Grande do Sul, Roraima, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina.
Com uma extensa lista de acusações, a maioria dos presos foi detida por inadimplência de pensão alimentícia. No entanto, entre os crimes estão também tráfico de drogas, corrupção ativa, porte ilegal de armas, promoção de imigração ilegal e crimes sexuais.
As prisões foram realizadas até a última sexta-feira (21), data limite estipulada pela legislação eleitoral para a detenção de candidatos. A partir de agora, segundo as regras eleitorais, candidatos só poderão ser presos em flagrante delito até o término das eleições.
A ação da PF visa garantir a lisura do processo eleitoral, removendo das candidaturas pessoas envolvidas em crimes graves e garantindo que os eleitores possam escolher seus representantes com mais transparência.


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