Na sessão mais longa do ano da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) neste ano, a reforma administrativa proposta pelo governo do estado foi votada e aprovada, por unanimidade pelos nobres parlamentares.
O projeto prevê, entre outras medidas, a criação de mais 515 cargos em comissão, além da recriação de secretarias e outras estruturas, como o antigo Instituto Dom Moacyr, que agora tem outro nome e o Instituto de Mudanças Climáticas.
O texto do projeto prevê economia de R$ 100 milhões por ano com redução de 22 para 14 secretarias e de cargos comissionados. As novas medidas passam a valer a partir desta quarta-feira, 22.
Os debates mais acalorados se deram em torno da criação dos novos cargos. Um item em especial, o artigo 43, foi o mais discutido. É que os parlamentares de oposição e os chamados independente afirmavam que este permite que o governo crie novos cargos através de decreto, ao invés de submetê-los ao Parlamento.
Pode isso, Arnaldo? Agora pode, né!? E com isso, o governo Gladson ganha uma batalha dentro da Aleac. Mas, tem toda uma guerra pela frente. Vamos esperar os próximos capítulos.

?>
?>
?>
?>
?>
?>
?>
?>
?>
?>
?>