“Viver é como andar de bicicleta: É preciso estar em constante movimento para manter o equilíbrio.”
A frase não é minha. Mas do gênio da física Albert Einstein.
Quanta verdade ela carrega.
Nós temos a estranha mania de tratar a vida como algo complexo.
Criamos ao nosso redor estruturas difíceis de manter e que demandam de nós muito mais energia do que de fato necessitam. E (Quando) na verdade viver com equilíbrio, nos movimentando e nos abrindo à mudanças, nos adaptando a elas, é a chave de uma vida menos opressora.
A vida complexa que sustentamos nos ombros sem necessidade abala não apenas o nosso físico, mas se reflete em nosso emocional.
O número de pessoas com problemas de ansiedade, depressão, e outras doenças e distúrbios similares, cresce assustadoramente a cada ano, principalmente entre os jovens.
Ao mesmo tempo que vemos crescer o número de pessoas acometidas de doenças de fundo emocional, não vemos, na mesma velocidade, a busca por tratamento e medicamentos específicos para tais males.
E o preconceito é o principal agente impedidor na busca pela cura.
Se ao quebrarmos um osso é natural ir a um ortopedista, se ao sofrer palpitações é normal ir ao cardiologista, e assim sucessivamente, ir a um psicólogo ou ao psiquiatra não é tão simples assim.
O preconceito impera. E com medo de exposição e julgamentos vamos colocando tudo isso que nos oprime em (para) algum lugar escondido em nós, agravando ainda mais o problema.
Nestes tempos sombrios e difíceis, por si só, não sejamos responsáveis em torná-los ainda pior. Estejamos abertos as nossas necessidades emocionais e quebremos qualquer preconceito que ainda exista.
Já disse Darwin, criador da Teoria da Evolução: “não são os fortes que sobrevivem, mas os mais adaptados”.
Síndrome pós-Covid-19?
Você já ouviu falar em Síndrome pós-Covid-19? Pois é, eis que agora os médicos começam a perceber a existência dela. A síndrome (é, que nada mais é que) uma complicação decorrente da infecção pelo novo coronavírus. Trata-se de uma condição inflamatória difusa e multissistêmica, associada a problemas no sistema nervoso central e musculoesquelético.
Recuperação
Se no início da pandemia o tempo de recuperação da doença levava cerca de duas a seis semanas, dependendo da gravidade do quadro, hoje, no entanto, sabemos que há relatos de pacientes com sintomas persistentes, que podem durar muito mais tempo, até meses, mesmo após a recuperação da Covid-19.

Os sintomas mais comuns da síndrome são:
Fadiga intensa;
Dor crônica;
Fraqueza muscular;
Dificuldade para respirar;
Déficits cognitivos, como alterações de memória e fadiga mental.
Dá-lhe canela…
Olha que boa notícia! Pesquisadores da Universidade do Ceará descobriram que a ingestão de canela, se usada diariamente, pode funcionar como terapia complementar no controle do diabetes tipo 2, forma mais comum de diabetes. É que ela é capaz de reduzir os níveis de hemoglobina glicada, glicemia em jejum e melhorar a disponibilidade da insulina no sangue.

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Água contaminada
Fim de semana com alagação em Rio Branco, o que gerou prejuízos materiais e transtornos. Além disso, estas águas podem causar outros problemas sérios. Elas transportam doenças, entre as quais cólera, hepatite A, febre tifóide e diarreias causadas por Escherichia Coli e Salmonella.

Como evitar
A transmissão de doenças ocorre principalmente pelo contato demorado da água ou do barro contaminado com a pele, mesmo que não haja feridas.
Por isso, não espere o corpo secar naturalmente e, o quanto antes, lave bem com água e sabão pernas, pés e mãos, que estão mais expostos. Para isso é bom levar consigo, quando for a estás áreas, água potável e sabonete.
Olha o coração!
Hoje sabemos que as doenças cardiovasculares (DCV), aquelas que afetam o coração e vasos sanguíneos, como hipertensão, infarto e insuficiência cardíaca, estão intimamente ligadas a má alimentação. Pois, a inflamação crônica é algo que contribui substancialmente para o desenvolvimento dessas doenças e a alimentação tem um importante papel no seu desenvolvimento.
Estudo comprova
Um estudo publicado no Journal of the American College of Cardiology mostrou que os padrões alimentares pró-inflamatórios estão associados a um risco aumentado de desenvolver doenças cardiovasculares. Estas representaram mais de 30% das mortes do mundo segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde).
Escrita por Rachel Moreira


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