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quinta-feira, 16 de julho de 2026
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Lourival Marques reúne-se com superintende do Basa e pede agilidade na liberação de créditos do Pronaf

Lourival Marques reúne-se com superintende do Basa e pede agilidade na liberação de créditos do Pronaf

O deputado estadual Lourival Marques (PT) reuniu-se ontem, 15, com o novo superintendente do Banco da Amazônia (Basa), Diego Santos Lima. Na oportunidade, o parlamentar pontuou sobre as dificuldades que os produtores rurais estariam encontrando na contratação e liberação de créditos.

De acordo com Marques, a burocracia bancária estaria prejudicando os produtores. “O governo do Estado tem feito muitos investimentos nas diversas cadeias produtivas do Acre: suinocultura, horticultura, fruticultura e mandioca. Mas, a falta de crédito de custeio – ocasionada pela burocracia no momento da contratação e liberação dos créditos – para as atividades agrícolas tem dificultado o produtor na manutenção de suas lavouras e até mesmo na colheita”, disse.

Nesse sentido, o deputado pediu ao superintendente do Basa mais agilidade na liberação dos recursos, em especial, do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).

“É importante que os produtores tenham acesso aos créditos, por isso pedi ao superintendente Diego Lima mais apoio e agilidade na contratação e liberação dos créditos, principalmente, do Pronaf, tendo em vista que mais de 15 mil produtores podem ter acesso ao crédito.”

Lourival frisa que essas reinvindicações foram feitas por produtores do interior do Estado, durante participação em reuniões com associações, cooperativas de produtores rurais. “Levei ao superintendente do Basa as reinvindicações que tenho ouvido dos produtores rurais durante as agendas no interior. A conversa foi muito boa e espero que possamos ter, por parte da gerência no interior e da equipe técnica, a análise e aprovação rápida desses recursos, o que proporcionará uma movimentação da economia no interior”.

Por fim, Lourival lembrou que a Emater e Seaprof têm realizado diversas ações nas comunidades rurais para facilitar a elaboração de projetos e propostas para as linhas de crédito disponíveis. Voltou a salientar que o percentual de aprovação pelas instituições financeiras tem ficado abaixo do desejado.

“Precisamos fortalecer a Emater e Seaprof, bem como as empresas privadas que também fazem projetos de crédito. Não adianta nada essas instituições realizarem um trabalho brilhante se tudo fica emperrado no momento em que chega nos bancos”.