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segunda-feira, 27 de julho de 2026
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Lambança da arbitragem marca a final do Campeonato Acreano Sub-17

No duelo para decidir o campeão do Campeonato Acreano Sub-17, não faltou bola na rede e polêmica. Em jogo bastante disputado, Andirá e Atlético/ABC empataram por 1 a 1 no tempo normal e nas cobranças das penalidades, o Morcego ficou com o título vencendo por 3 a 1. A partida foi realizada na Arena da Floresta, nesta sexta.

O Atlético/ABC vencia por 1 a 0, quando o árbitro Antônio Marivaldo Rodrigues sinalizou cinco minutos de acréscimo. A partida seguia bem disputada e, novamente, Marivaldo aumentou mais dois minutos, gerando muita reclamação da comissão atleticana.

Nesse período, o Andirá, no apagar das luzes, igualou a partida, gerando mais reclamação. A decisão foi para as cobranças de penalidades e o Morcego venceu por 3 a 1, ficando com o título.

Vale ressaltar que antes do gol de empate do Andirá, o Atlético ampliou o placar com Siqueira, mas o árbitro anulou, marcando impedimento.

Apesar da disputa entre os times pelo título, quem chamou a atenção foi o árbitro Antonio Marivaldo Rodrigues. A atuação da arbitragem foi alvo de diversas críticas pela comissão do Atlético/ABC e até por parte da direção da Federação Futebol do Acre.

Para Carla Aguair, do Atlético, a partida tinha tudo para ser bem jogada, mas o árbitro influenciou no resultado do jogo.

“O jogo poderia ter sido maravilhoso se a arbitragem não tivesse feito uma lambança mais uma vez. Não tem nada haver com o Andirá ou Atlético, quem decidiu a partida hoje foi a arbitragem de forma ridícula”, disse.

Saiu escoltado pela polícia

Para fechar a atuação desastrosa, Antonio Marivaldo, no fim da partida, solicitou a presença da Polícia Militar para fazer a escolta da arbitragem do gramado da Arena da Floresta. A atitude de Marivaldo, para quem estava acompanhando a partida, foi bastante criticada.

“Que papelão esse árbitro fez nesse jogo. Além de ter tido uma arbitragem ruim ainda solicitou a presença da polícia. Ele está lidando com jovens. São teria essa necessidade. Até porque ninguém ameaçou ele”, disse Carlos Afonso.