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sábado, 18 de julho de 2026
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Jornalistas do Acre são homenageados pela Federação do Comércio

Jornalistas do Acre são homenageados pela Federação do Comércio

Ainda em alusão ao dia do jornalista, comemorado dia 7 de abril, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo no Acre recepcionou os profissionais da imprensa com um café da manhã, na segunda-feira, 10, no espaço da instituição.

De acordo com o presidente da Fecomércio, Leandro Domingos, “essa é uma forma de dizer aos jornalistas que somos gratos por tudo que eles tem feito de prestígio a Federação, pelo bom relacionamento que estamos tendo nos últimos anos”.

Para Domingos a categoria é merecedora de atos como este, pois são batalhadores e mesmo com tantas dificuldades, como em qualquer profissão, são de extrema importância pra sociedade como um todo.

“E esse é o momento oportuno para que possamos externar nossa gratidão, o carinho e o respeito que temos por todos vocês. Por isso estamos propiciando esse momento para nos confraternizarmos e estreitarmos nosso relacionamento” declara o presidente.

Na oportunidade, Leandro falou sobre as expectativas do comércio em tempos de crise.

“Essa tem sido uma grande preocupação dos varejistas, porque, nesses últimos tempos, o endividamento das famílias tem caído lentamente. E a gente entende que para o comércio voltar a reagir o crédito tem que voltar a fluir. E as dificuldades são por causa da inadimplência e o nível de endividamento”, afirma.

Segundo o presidente, para o próximo semestre se espera reverte a situação. “Estamos vendo, também, que o nível de emprego nacionalmente ainda não tem reagido. E o desemprego ainda continua, temos mais dois milhões e meio de pessoas desempregadas. Quando começar a mudar, evidentemente, as pessoas irão voltar ao mercado de trabalho. Estamos acreditando na política do governo federal, de que a economia se reaqueça e o número de empregos volte a crescer”, relata.

FGTS ainda não aqueceu o mercado

Apesar da liberação do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço das contas inativas, o presidente afirma que o varejo ainda não sentiu impacto.

“Um dos motivos que acreditamos é tínhamos que no primeiro momento as pessoas iam pegar esse recurso para sanar suas dívidas, pagar compromissos anteriores, que tinham com juros altos como cartões de crédito”, explica.

Segundo Domingos, a situação continuará complicada porque as pessoas não podem mais comprar a prazo no cartão de crédito, a não ser que seja através de banco.

“Esses recursos começaram a ser liberados há pouco tempo, e muitos estão utilizando para outras finalidades. A partir do momento que volume de recurso passe a entrar na economia, em decorrência dessa liberação, o varejo passará a se movimentar”, finaliza.