O vigilante do Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco (HUERB) Acivaldo Nunes Maia, foi alvejado, por volta das 10 horas, na manhã de ontem, 14, com um tiro na altura do abdômen dentro do PS. Maia, que trabalhava sem arma e sem colete no momento da ação, passou por cirurgia e não corre risco de morte.
De acordo com o diretor do PS, Fabrício Lemos, a informação coletada de quem estava no local foi de que parou uma moto na frente do hospital, o garupa desceu, deixou o capacete com o motorista, chegou na entrada, onde foi abordado pela funcionária do acolhimento, pediu para que ela saísse da frente, sacou a arma e deu um único disparo no vigilante. Em seguida correu montou na moto e tomou rumo ignorado.
Testemunhas anotaram a placa da moto, NXZ 7318, utilizada pelos suspeitos. Segundo o delegado Nilton Boscaro o veículo havia sido roubado no dia anterior ao crime.
O assessor da Secretaria de Saúde do Estado (Sesacre), Leônidas Badaró, informou que além de vigilante, Acivaldo é agente sócioeducador, e não deveria, de acordo com a lei, está atuando como vigia na unidade.
“O instituto não tinha conhecimento que ele realizava este trabalho, pois não é permitido por lei. Agora vamos apurar o caso”, disse o assessor.
De acordo com o delegado Boscaro, é prematuro dizer que foi acerto de contas por causa da profissão de agente sócioeducador.
“Já colhemos as primeiras investigações e vamos dar sequencia nos trabalhos. Vamos verificar se ele tinha algum inimigo”, disse.
Boscaro disse ainda que para manter a segurança em unidades de saúde será utilizado como estudo de caso, que vai ser dialogado entre as forças de segurança pública e algumas medidas serão tomadas.


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