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quinta-feira, 16 de julho de 2026
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Heitor diz que combate à hepatite precisa vencer algumas barreiras

Heitor diz que combate à hepatite precisa vencer algumas barreiras

Durante todo o mês de julho foram realizadas diversas atividades em consequência do “Julho Amarelo”, o mês mundial de combate às hepatites virais. O deputado Heitor Junior, defensor desta causa, esteve envolvido nas atividades, tanto as desenvolvidas pelo governo, como prefeitura de Rio Branco e também através da Associação de Portadores de Hepatite do Acre, defende que as ações alcançaram resultados positivos, apesar dos desafios a serem vencidos ainda.

A Associação, por exemplo, realizou mais de 1 mil testes rápidos de hepatite, além do trabalho de acompanhamento feito rotineiramente. Tanto em Rio Branco, como na sede em Feijó, Tarauacá, Cruzeiro do Sul que acolhem as pessoas daquela região, que por sinal apresenta maior incidência da doença, segundo pontua o deputado.

“Nós temos um resultado muito bom no estado. Temos projetos muito bons que vêm beneficiando essas pessoas como o direito ao transporte coletivo intermunicipal. Além disso, há outras lutas como a inserção nas escolas para que as pessoas conheçam sobre a doença, tratamento e todas as informações necessárias”, ressalta o deputado.

Além disso, o parlamentar pontua que ainda há muito a ser vencido. “São pelo menos 15 óbitos mensais, mais de 19 mil pessoas fazendo tratamento de algum tipo das hepatite e mais de 40 mil pessoas que estão com a doença e ainda não sabem. Estamos procurando essas pessoas para que elas sejam tratadas”, diz.

Apesar de considerar um balanço positivo, o deputado acredita que ainda é preciso melhorar o alcance e a logística de trabalho. Para isso, acredita que através de seu mandato ainda pode ver muitas coisas serem mudadas até que termine sua jornada.

“Vejo como positivo essa mandato em relação às hepatites. Tivemos muitos ganhos importantes para ajudar a salvar vidas. Nós temos, ainda, um pouco de dificuldade, hoje, que é a questão da informação e da logística. Por exemplo, nós poderíamos não termos mais hepatite B no estado, mas é que as pessoas que precisam tomar três doses acabam tomando uma ou duas.”

Para Heitor, esse espaço de tempo ainda é um problema, pois, na maioria dos casos, são ribeirinhos ou seringueiros que têm o acesso mais restrito, o que acaba dificultado a erradicação tanto do tipo “B”, como também do tipo “D”, uma vez que esta última só ocorre com quem já foi vítima da outra.