Temendo possíveis enchentes, o governo do estado do Acre apresentou na manhã de quarta-feira, 30, na Casa Civil, o plano estadual de contingência. O documento prevê ações e medidas a serem tomadas nos casos de transbordamento dos rios acreanos.
“Todos os anos nosso estado enfrenta esse fenômeno das cheias, e o que estado tem a fazer é se preparar para amenizar os danos causados por este fenômeno”, disse o vice-governador Werles Rocha.
O planejamento é voltado para todos os municípios acreanos. As regiões que mais sofreram com grandes alagações, em especial a última de grande proporção, ocorrida em 2015 foram: Rio Branco, Assis Brasil, Brasileia, Epitaciolândia, Xapuri, Porto Acre, Tarauacá e Cruzeiro do Sul.
“Estamos fazendo o lançamento desse novo modelo do plano estadual de contingência elaborando pela coordenadoria estadual de Defesa Civil, para que em caso de inundação em qualquer município do estado, o governo possa auxiliar na assistência ao município no quer necessário”, afirmou o comandante do Corpo de Bombeiros Militares do Acre, coronel Carlos Batista.
O coordenador da Defesa Civil no Acre, Tenente Coronel James Gomes, explicou que o plano é um indicativo de atuação em caso de alagação. “O plano de contingência não indica se vai alagar ou não, ele coloca as formas pelas quais devemos atuar”, explicou.
Condições atuais dos rios no Acre
O comandante do corpo de Bombeiros coronel Batista, informou que no momento todos os rios que cortam o estado não apresentam riscos de inundação, os mananciais estão abaixo das respectivas cotas de transbordamento.
“A situação hoje no estado, em todos os municípios, é uma situação ainda tranquila, todas as nossas cotas estão abaixo da cota de transbordamento em todos os municípios, mas a gente vem fazendo esse acompanhamento diário” garantiu.
Além da Defesa Civil estadual, também monitoram os níveis dos rios no estado, a Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema) e o Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam).
O tenente coronel Antônio Marcos Velásquez, informou que a previsão que chegam para a Defesa Civil é que são esperadas chuvas além da média. “As previsões que chegam para a gente, é que temos chuvas além da média, mesmo com chuvas além da média o que está sendo observado é que o comportamento do nosso Rio está se mantendo estável”, explicou Velásquez.


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