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quinta-feira, 16 de julho de 2026
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Gestores da Sesacre apresentam números à Comissão de Saúde da Aleac em reunião

Gestores da Sesacre apresentam números à Comissão de Saúde da Aleac em reunião

A Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa do Acre, em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde, realizou audiência pública de prestação contas relacionadas ao primeiro quadrimestre de 2017, nesta segunda-feira (7), no plenário do Parlamento estadual. O deputado Jenilson Leite (PCdoB) presidiu o encontro. Ele ressaltou que a iniciativa é salutar, pois apresenta os resultados daquilo que foi proposto pela gestão estadual e como os recursos foram aplicados.

“Queria dizer que este é um exercício salutar e importante, que se faz necessário a cada momento, sobretudo neste momento difícil da história do nosso país. Essa crise traz complicadores para os gestores e para quem espera o serviço. Esta casa está atenta ao trabalho desenvolvido pela Sesacre. Penso que este espaço é um momento importante diante das dificuldades que a Sesacre está enfrentando para implantar sua política de saúde. Nós temos considerações a fazer do ponto de vista do parlamento, trazendo aqui algumas problemáticas que chegam até nós”, pontua o deputado.

O deputado Chagas Romão (PMDB) pontuou que é necessário a discussão ampla a respeito da aplicabilidade dos recursos. “É um momento importante para nós. Que nós, parlamentares, participemos desses debates para ajudar a contribuir para a melhoria da nossa Saúde. Estou aqui para me inteirar mais dos serviços prestados pela Secretaria, porque somos muito cobrados”, disse o parlamentar.

O diretor de Planejamento e Desenvolvimento Institucional da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), João Francalino, apresentou as explicações referentes aos investimentos. Ele frisou que daquilo que está previsto em lei, que é aplicação de 12% dos recursos arrecadados em saúde, o Estado aplicou a mais R$ 30 milhões. No período analisado, ele disse que dois indicadores são importantes ser frisados. O primeiro é o quantitativo de óbitos maternos, que em relação a 2016 ocorreu apenas um óbito. No indicador óbitos por dengue não houve registro de mortes no período.

Após a explanação de João Francalino, o secretário-adjunto de Administração e Finanças da Sesacre, Kleiber Guimarães, disse que “as demandas são inúmeras” e o “desafio é grande”, mas o trabalho diuturno tem garantido bons resultados à Saúde do Acre.

“O desafio é grande, não é pequeno. Trabalhamos diuturnamente, de segunda a segunda, as demandas são inúmeras. Não é fácil saber o que priorizar. O coberto é curto e os recursos escassos. Temos que olhar e colocar as nossas problemáticas. O desafio maior da Saúde é esse, lutar por um SUS melhor e buscar alcançar os recursos do Ministério da Saúde por meio do apoio de todos”, destaca. (Agência Aleac)