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domingo, 5 de julho de 2026
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Estudos para pavimentação da BR-317 avançam e novas etapas são previstas para 2026

Os estudos relacionados à pavimentação asfáltica da BR-317 seguem avançando dentro do processo de licenciamento ambiental. O andamento do projeto tem contado com a mobilização de lideranças indígenas, além da atuação de organizações e associações parceiras que acompanham o desenvolvimento das etapas.

O processo envolve análises técnicas e ambientais conduzidas por órgãos federais e inclui estudos de impacto que avaliam possíveis efeitos da obra nos territórios e comunidades da região.

Etapas já realizadas

O cronograma do processo registra uma série de avanços desde o início da tramitação junto aos órgãos responsáveis.

  • 25 de janeiro de 2025: o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) protocolou o EIA/RIMA junto ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama);
  • 9 de abril de 2025: o DNIT informou que o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) apresentou os itens exigidos no Termo de Referência;
  • 3 de julho de 2025: foram protocolados o Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) e o Plano de Comunicação Prévia da audiência pública;
  • 8 de janeiro de 2026: o Ibama emitiu o Parecer Técnico nº 6/2026, aprovando o RIMA e o plano de comunicação prévia para a realização da audiência pública.
  • Com a emissão do parecer técnico, teve início o prazo de 45 dias para publicação no Diário Oficial da União. Após essa etapa, começa a contagem do período destinado às manifestações relacionadas ao pedido de audiência pública.

    Próximas etapas previstas

    O processo de licenciamento prevê novas atividades ao longo de 2026, envolvendo principalmente o diálogo com as comunidades indígenas da região.

    Entre as datas já definidas estão:

  • 6 e 7 de maio de 2026: apresentação do Estudo do Componente Indígena (ECI) aprovado às comunidades indígenas.
  • Nesta fase também deverão ser sinalizadas as datas para uma nova audiência pública, que terá como objetivo apresentar o EIA/RIMA já aprovado.

    De acordo com lideranças envolvidas no processo, o avanço das etapas reforça a importância da participação coletiva e do acompanhamento das comunidades em projetos de grande impacto para a região.