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terça-feira, 30 de junho de 2026
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Estudo revela que acreanos reduziram quase 50% o consumo de bebidas alcoólicas

Você tem um amigo ou parente que tem problemas com bebidas? Nesta quinta-feira, 18, é o Dia Nacional de Combate ao Alcoolismo. A data foi criada com objetivo de alerta para os riscos desse vício que, apesar de ser substâncias lícitas, causa prejuízos ao usuário e às pessoas que convivem com ele.

Dados divulgados pela Organização Mundial de Saúde (OMS), o número de mortes anuais causadas pelo mau uso do álcool ao redor do mundo é superior a três milhões. Estudos realizados pela IPC Maps – especializado em potencial de consumo com base em dados oficiais – apontam para um crescimento rigoroso no que se refere às despesas com bebidas alcoólicas nos últimos anos no Brasil.

Segundo Marcos Pazzini, responsável pelo estudo, “entre 2016 e 2019, os gastos no setor dispararam de R$ 25,3 bilhões para R$ 30,6 bilhões em todas as classes sociais”. Em 2020, por sua vez, houve um recuo de 26,9%, totalizando R$ 22,3 bilhões dos desembolsos nesta categoria. Mas o cenário ainda é alarmante.

No Acre, entre 2016 e 2019 houve um aumento de 32,2% nos gastos da categoria. Já, quando comparamos 2019 com 2020, nota-se uma forte queda de 49,5% no consumo, totalizando R$ 40,2 milhões.

Para Pazzini, a projeção é que esse tipo de consumo volte a subir, já que seu declínio é atribuído somente à recessão provocada pela pandemia, assim como aconteceu com a maioria dos setores econômicos.

“A procura por bebidas alcoólicas está muito mais ligada a hábitos de consumo de parte da população, principalmente a mais jovem, que vincula diversão ao álcool”, considera o especialista.

Sobre o IPC Maps
Publicado anualmente pela IPC Marketing Editora, empresa que utiliza metodologias exclusivas para cálculos de potencial de consumo nacional, o IPC Maps destaca-se como o único estudo que apresenta em números absolutos o detalhamento do potencial de consumo por categorias de produtos para cada um dos 5.570 municípios do País, com base em dados oficiais, através de versões em softwares de geoprocessamento.

Este trabalho traz múltiplos indicativos dos 22 itens da economia, por classes sociais, focados em cada cidade, sua população, áreas urbana e rural, setores de produção e serviços etc., possibilitando inúmeros comparativos entre os municípios, seu entorno, estado, regiões e áreas metropolitanas, inclusive em relação a períodos anteriores.

Além disso, o IPC Maps apresenta um detalhamento de setores específicos a partir de diferentes categorias. (Com informações da IPC Maps)