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sábado, 13 de junho de 2026
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Estratégia

Se você é contra o porte ou posse de armas, comemorou a revogação por parte do governo federal do decreto que flexibilizava a questão, não se engane. A decisão de acabar, encerrar, extinguir, anular, desaparecer, parar, fechar, interromper, abolir, suprimir, cerrar, apagar, segar, limitar, atermar ou derrogar (eis alguns sinônimos para revogar), foi tratada nos bastidores como uma condição para que a Câmara votasse na Comissão Especial da Reforma da Previdência a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 6/2019.

Para não ficar tão aparente a manobra, no lugar do polêmico decreto, o presidente editou três novos decretos e enviou ao Congresso Nacional um projeto de lei sobre o mesmo tema.

E só reforçando para quem ainda tem dúvidas. O direito ao porte é a autorização para transportar a arma fora de casa. É diferente da posse, que só permite manter a arma dentro de casa.

Independente da importância das duas matérias para os brasileiros o que enoja é esse jogo político de interesses particulares que acaba prevalecendo, não importando quem sejam os personagens que estejam jogando.

Êh, Brasil! Você ainda tem muito a aprender…