A quantidade de informações geradas em ritmo acelerado na atualidade tem feito com que cada vez mais a desatenção esteja presente em nossas vidas. E situações corriqueiras começam a ser difíceis de lidar.
Por exemplo, talvez você, ao ler um livro, precisa voltar e reler a página, pois não se lembra mais do que leu. Ou em uma conversa com amigos, você se distrai e não se recorda de algo que foi dito. Se lhe fizerem uma pergunta, você não sabe o que responder, porque não estava ali de verdade.
Isto acontece porque estamos vivendo cada vez mais em um estado de consciência em que estamos com o corpo em um lugar, mas a mente em outra, e estamos constantemente vivendo no piloto automático.
Este estado de consciência é o oposto de um estado de consciência chamado mindful.
Mindful é uma palavra que deriva de Mindfulness, e denota um estado de atenção plena ao momento presente, com abertura e sem reatividade.
É essencialmente a habilidade que todos possuímos – em maior ou menor grau de desenvolvimento – de estarmos conscientes e abertos à experiência presente, sem julgamentos.

Ciência ou religião
O Mindfulness na comunidade científica médica e psicológica internacional, já existe há 30 anos e na psicologia budista há 2500 anos.
As pesquisas acadêmicas sobre mindfulness começaram em 1979, na Universidade de Massachussets, Estados Unidos, comandadas pelo professor Dr. Jon Kabat-Zinn.
Ele criou um programa com o objetivo de reduzir o estresse baseado na prática. O método também foi estudado e teve prestígio na Universidade de Oxford, na Inglaterra, na mesma época.
No Brasil, essa técnica demorou certo tempo para chegar. Foi apenas em 2006 que o mindfulness começou a ganhar força em território nacional.
O grande reconhecimento veio em setembro de 2015: a partir dessa data suas práticas começaram a ser oferecidas pelo programa de extensão da Universidade Federal de São Paulo (USP), em parceria com o Sistema Único de Saúde (SUS), no Centro Brasileiro de Mindfulnes e Promoção da Saúde.
Aos poucos, os especialistas chegaram à conclusão de que esse tipo de meditação, que passou a ser desvinculado de qualquer religião ou crença, e possuía base no meio acadêmico, era capaz de reduzir os níveis de estresse e ansiedade.
No dia a dia
Diferente de outras meditações, esta não requer posições diferentes, músicas ou coisas do tipo. Ela consiste em fazer com que você tenha consciência de onde está e o que de fato está fazendo.
Por exemplo, como seria fazer uma refeição de forma mindful. Qual é a vantagem de se alimentar dessa forma?
Apreciar melhor o momento e os sabores do alimento;
Comer consciente significa prestar atenção a cada mordida;
Não ter pressa;
Dar a devida atenção a todos os seus sentidos;
Evitar que a mente divague.
Dessa forma, o mindfulness auxilia no controle de peso e no consumo de alimentos mais saudáveis.
Como praticar
Um pequeno exercício diário de meditação consiste em três passos, que devem ser feitos cerca de três vezes ao dia. Cada passo tem a duração de 30 segundos:
Quando estiver no meio de alguma atividade cotidiana (tomando o banho, escovando os dentes, arrumando a cama, comendo, lavando a louça, na academia, etc), apenas pare. Preste atenção somente na sua respiração. Qual a sensação de ter os pulmões inflando e voltando a posição original ao expirar o ar? Consegue sentir o ar entrando pelo seu nariz e saindo pela boca? Foque nisso;
Aproveite todas as sensações corporais deste momento: tensões musculares, dores, relaxamento. Toda a sua atenção deve estar no seu corpo, em como você está experienciando e sentindo, na pele, esse momento;
Não importa o que você está sentindo: pode ser agitação/irritação, calma/tranquilidade. Não tente modificar ou julgar as sensações – mas sim, conecte-se com elas. Apenas respire. Permita-se aceitar, estar e relaxar com qualquer coisa que esteja presente.
O que são alimentos Probióticos e Prebióticos
Com nomes parecidos e esquisitos, esses dois “carinhas” são muito importantes para a saúde humana. No entanto, desempenham papéis diferentes.
Enquanto os probióticos são bactérias vivas encontradas em certos alimentos ou suplementos, os prebióticos são substâncias encontradas em diversos tipos de carboidratos. Principalmente em fibras, que os seres humanos não conseguem digerir. As bactérias benéficas existentes em seu intestino, chamada flora intestinal, comem essa fibra.
Ingerir quantidades equilibradas de pro e pre, pode ajudar a garantir que você tenha o equilíbrio correto dessas bactérias, o que deve favorecer a melhoria da sua saúde.
Pois, a comida que você come desempenha um papel importante no equilíbrio de bactérias boas e ruins do intestino.
Por exemplo, uma alimentação rica em açúcar e rica em gorduras. Influencia negativamente as bactérias do intestino, permitindo que as espécies nocivas cresçam excessivamente.
As bactérias nocivas também podem fazer com que você absorva mais caloriasdo que as pessoas, com um equilíbrio saudável de bactérias intestinais, que tendem a ser mais magras.

Quais alimentos são Prebióticos?
Antes de comprar suplementos pré-bióticos caros, saiba que existem muitos alimentos naturais, que os contêm.
Legumes, feijão e ervilhas. Aveia, Bananas. Bagas e Alcachofras de Jerusalém (não é o mesmo que as alcachofras comuns). Aspargos e verdes-leão. Alho, Alho-poró e Cebolas.
Quais alimentos são probióticos?
Existem também diversos alimentos probióticos, que possuem naturalmente bactériasúteis, como o iogurte.
Alimentos fermentados também, são uma ótima opção, pois contêm bactérias benéficas, que se desenvolvem no açúcar ou fibras presentes naturalmente nos alimentos.
Exemplos de alimentos fermentados: Chucrute, Kimchi, Chá de kombucha, Kefir (laticínios e não lácteos). Alguns tipos de picles (não pasteurizados). Outros legumes em conserva (não pasteurizados)
Parabéns pra eles
No último domingo, primeiro de setembro, foi dia de comemorar a profissão de Educador físico. Eu não imagino mais minha vida sem a presença de um bom profissional de educação física e por isso, aproveito para homenageá-los. Parabéns!!!



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