Após o anúncio do Decreto Nº 7.849 que trata da mudança de classificação de todas as regionais de saúde do Acre para o nível de emergência (Bandeira Vermelha), devido o aumento dos casos de pandemia do novo coronavírus, escolas particulares da capital, que iniciaram o ano letivo com aulas presenciais no dia 25 de janeiro, tiveram que suspender suas atividades.
“Estamos em um momento crítico e agora é o que deve ser feito para evitar o crescimento ainda maior dos casos da Covid-19 em nosso Estado”, disse a um site local, a presidente do Sindicato dos Estabelecimentos Privados do Estado do Acre (Sinepe/AC), Elizabeth Costa.
Em novembro do ano passado, o governo do Acre publicou o decreto Nº 7.225 que autorizava o retorno das aulas presenciais em instituições públicas e privadas
O documento advertia que a retomada das aulas e demais atividades presenciais seria opcional para as instituições e unidades de ensino, podendo ser iniciada de modo gradual e paralelo ao ensino remoto. Porém, medidas protetivas deveriam ser tomadas, como uso de máscara e álcool em gel e distanciamento de 1,5 metro entre as carteiras.
O decreto também determinou que planos de retomada e contingência, autodeclaração de conformidade sanitária, protocolos sanitários e termo de compromisso aos Conselhos Municipais de Educação e Conselho Estadual de Educação, deviam ser encaminhados para o retorno das atividades pedagógicas.


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