Ernesto Araújo pede demissão do Ministério das Relações Exteriores

O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, pediu demissão do cargo nesta segunda-feira (29).

A informação ainda não foi confirmada pelo governo oficialmente. A TV Globo apurou que Ernesto avisou a decisão a seus assessores próximos.

O pedido ocorre após pressão de parlamentares, inclusive dos presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG).

O ministro já era alvo de críticas pela condução da política externa brasileira, marcada pelo estreitamento nas relações com o EUA durante a presidência de Donald Trump e embates com importantes parceiros comerciais, como a China.

A insatisfação com Araújo, entretanto, aumentou nos últimos meses após o país enfrentar demora e atraso na entrega de vacinas e de insumos para a produção de imunizantes contra a Covid-19 produzidos justamente pela China, além da Índia.

A questão política foi apontada como entrave para a liberação mais ágil das vacinas e dos insumos. O agora ex-ministro negou, em janeiro, que essa tivesse sido a causa do problema.

G1

Publicado em: Destaque, Polícia
  • Sai, enfim, esse indivíduo que já é considerado pela imprensa especializada como o pior ministro da história do Brasil.

    Em dois anos à frente do Itamaraty, Ernesto Araújo não fez outra coisa senão envergonhar e apequenar a nação brasileira no plano das relações políticas internacionais.

    Nas suas aventuras pelo mundo representando o Brasil, ficou evidente o desprezo que líderes do mundo inteiro dispensaram ao chanceler brasileiro. Ignorado pela mídia estrangeira e por autoridades dos países por onde andou, Ernesto Araújo ficou reduzido a um visitante inexpressivo, dada à sua insignificância no contexto das relações internacionais.

    Desde o início da pandemia em nosso pais, Ernesto Araújo, que deveria cuidar das boas relações do Brasil com o resto mundo, e buscar pela via diplomática garantir o fornecimento de vacinas em quantidade suficiente para suprir a demanda doméstica, junto a países, como China, Índia e Estados Unidos, AO INVÉS DISSO, ignorando todos os princípios e protocolos que regem a diplomacia no campo das relações políticas internacionais, passou a atacar a China, maior parceiro comercial do Brasil, com declarações torpes e ofensas gratuitas, transformando a luta por vacinas numa briga de torcidas, como se o Itamaraty fosse um campo de futebol.

    Como se não bastasse, para atender a Trump, rejeitou uma proposta da Índia e África do Sul para que todas as patentes de remédios, vacinas e produtos de combate à covid-19 fossem suspensas.

    Sua péssima atuação diplomática no campo internacional, sobretudo no que tange à China e à Índia, acabou criando severas dificuldades ao Brasil para importar insumos da China e vacinas da Índia.

    Nesses dois anos no comando do Ministério das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, transformou o Brasil, uma nação pacífica e democrática, em um Estado pária, considerado hoje uma ameaça para o mundo.

    Pode-se dizer, enfim, que a sua passagem pelo Itamaraty foi um verdeiro desastre para o nosso país.

    Já vai tarde !!

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