De acordo com estudo realizado por cientistas da Universidade Complutense e do Hospital Clínico San Carlos de Madri, na Espanha, a perda do olfato além de ser um dos fatores para o diagnóstico precoce da pandemia do novo coronavírus, também é sintoma de prognóstico da doença. Ou seja, efeito positivo em relação a melhora do infectado.
Ainda, segundo os pesquisadores, esse resultado tem implicações, desde a avaliação inicial dos pacientes até a capacidade de entender a fisiopatologia (estudo das funções anormais ou patológicas dos vários órgãos e aparelhos do organismo). A implicação do estudo pode servir para a elaboração de índices de risco.
Também foi constatado que além de identificar a perda do olfato, anosmia na linguagem médica, como um fator positivo para o melhoramento do quadro clínico dos contaminados, os pesquisadores também determinaram que as disfunções olfativas e gustativas são mais frequentes em mulheres e em pacientes com patologias renais, pulmonares, cardíacas, neurológicas ou oncológicas.


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