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quarta-feira, 22 de julho de 2026
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Baixa estatura é problema para 20,3% das crianças menores de cinco anos no Acre

Baixa estatura é problema para 20,3% das crianças menores de cinco anos no Acre

O percentual de crianças com menos de cinco anos de idade que apresentam baixa estatura no Acre chega a 20,3%, prevalência que só perde para a do Amapá, onde 21,8% dos menores de cinco anos apresentam déficit estatural; e Amazonas, com 21,1%. Os dados são da Fundação Abrinq e foram divulgados esta semana trazendo informações sobre quadro da desnutrição crônica apresenta situação semelhante quando verificada sua preponderância nos estados. Pará e Maranhão têm destaque nas estatísticas por evidenciarem uma ambiguidade.

Mesmo com as taxas mais baixas entre os estados com maior concentração de crianças com desnutrição crônica, em números absolutos, esses estados têm, separadamente, uma quantidade de crianças nessa situação muito maior do que a soma dos outros três estados juntos (Amapá, Amazonas e Acre), conforme dados sistematizados no anexo desta publicação. É considerável, ainda, que a distância percentual entre o primeiro e o último dos cinco estados que mais concentram crianças de até cinco anos de idade em situação de deficit estatural seja de apenas três pontos percentuais; assim, Amapá (21,8%), Amazonas (21,1%), Acre (20,3%) e Pará (18,8%) são estados da região Norte cuja média de concentração de crianças em situação de desnutrição crônica é de 20,5%; ou seja, um quinto da população de até cinco anos nesses estados encontra-se com altura baixa ou muito baixa para sua idade.

Em função do cruzamento dessas informações, 5,4% das crianças acreanas menores de cinco anos de idade estão abaixo do peso – mas, curiosamente, os estados que apresentam a menor frequência de óbitos entre menores de um ano (entre eles o Acre, com 1,7%) Roraima (1,7%) e Amapá (1,7%), liderariam o ranking de mortes de menores de um ano caso examinássemos a quantidade de óbitos em relação aos nascidos vivos no ano nesses estados.

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A medicina explica que são várias as causas de um crescimento deficiente, como desnutrição, erros alimentares, e qualquer doença crônica tem potencial para prejudicar o crescimento normal, incluindo as síndromes genéticas (como nas síndromes de Turner e de Noonan), crianças que nascem muito pequenas e não recuperam seu canal de crescimento.