Adriane Galisteu Power

Felipe Lucchesi  

No início dos anos 2000, Adriane Galisteu já comandava programas com plateias: os extintos: “É show” na própria Rede Record e “Charme” durante a sua rápida passagem pelo SBT. Desde aquela época, ela carimbava a sua personalidade no seu modo de apresentar.

Se pensarmos juntos, ficamos com o seguinte questionamento: se o público já conhecia o modo singular de Adriane Galisteu apresentar programas de TV, por que se viu tão surpreendido ao vê-la comandar brilhantemente o “Power Couple Brasil”?

A resposta é simples. Ao assumir o “Power Couple Brasil”, Galisteu ultrapassou a limitação de apresentadora e passou a complementar essa função com a de assídua fiel espectadora de reality shows em geral. É notável o seu estudo, observação, empenho e principalmente posicionamento perante cada participante que tenta não se comprometer e que se vê encurralado não somente pela apresentadora, mas sim, pela espectadora que representa todo um público, que faz parte desse público.

Diante de um elenco formado por poucos casais famosos, Adriane chama a atenção de todos para si e ganha destaque na imprensa, não somente por tudo mencionado até aqui mas também, por mostrar na prática que soube dar conta de um programa que já tinha um ícone associado à sua maneira única de conquistar participantes, emissora e o público brasileiro: Augusto Liberato, o nosso Gugu.

Dessa maneira, os principais responsáveis da alta cúpula das emissoras estão no “cantinho do pensamento”, como aconselharia a querida Super Nanny, por não terem feito essa escolha antes ou ao menos, pensado em tal personalidade para estar no comando e a deixado por tanto tempo distante da sua profissão, em frente as câmeras, onde deve permanecer.     

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