O Acre registrou a segunda maior prevalência de nascimentos prematuros no Brasil em 2022, com um índice de 13,66%, ficando atrás apenas de Roraima, que alcançou 17,73%. Os dados foram divulgados pelo Ministério da Saúde no início de outubro e ressaltam a preocupação com a saúde neonatal no estado.
Bebês prematuros são aqueles que nascem com menos de 37 semanas de gestação, sendo classificados como prematuros tardios (34 a 37 semanas), precoces (menos de 34 semanas), moderados (28 a 31 semanas) e extremos (menos de 27 semanas). O boletim do Ministério da Saúde mostra que, em 2020, cerca de 13,4 milhões de bebês nasceram prematuros no mundo, o que representa mais de 10% de todos os nascimentos.
Na América Latina, são registrados aproximadamente 1,2 milhão de nascimentos prematuros anualmente, sendo a principal causa de mortalidade infantil em menores de 5 anos. A taxa de prevalência no Acre reflete a realidade do Brasil, que, entre 2012 e 2022, registrou 3.530.568 nascimentos prematuros, o equivalente a 11,85% de todos os nascidos vivos.
A análise utiliza o Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (Sinasc) como base para o cálculo da prevalência, evidenciando a urgência de medidas para melhorar a assistência pré-natal e a saúde neonatal no estado e no país.


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