Empresários e diretores executivos da Associação Comercial do Acre – Acisa, estiveram reunidos, na manhã desta quarta-feira, 24, na entidade para ouvir sugestões, pontuar tópicos relevantes para a composição do Programa de Regularização e Modernização Tributária. Este modelo tem o objetivo de criar um ambiente justo e favorável para retomada de investimentos no setor privado do estado. E a proposta deve ser enviada ao Governo do Estado.
Na ocasião, além da diretoria da Acisa, o presidente da Federação das Indústrias (Fieac), José Adriano, esteve presente. A ideia de reunir entidades e instituições é de debater os assuntos e de fazer um compilado, apresentando as dificuldades e necessidades do cotidiano empresarial, assim como, construir sugestões para contribuir e alavancar o cenário econômico acreano.
O diretor de Tecnologia e Inovação da Acisa, o empresário Marcello Moura, fez a abertura da reunião e falou sobre a proposta de criar este modelo, a fim de conhecer as necessidades dos empresários.
“É importante ouvir e entender as necessidades da categoria para poder formalizar um pedido junto ao Governo do Estado. O empresário precisa ter um pouco mais de tranquilidade para voltar a pensar em investir. A economia volta a dar sinais de que vai crescer, então, se vai crescer, a necessidade de investimento retorna automaticamente. Porém, a segurança jurídica é fundamental neste momento, e o estado precisa fortalecer a parceria com a categoria”, disse o empresário.
O presidente da Acisa, Celestino Oliveira, fortaleceu o discurso inicial destacando a importância de sentir a realidade do empresário em relação ao parcelamento do Refis Estadual.
“O parcelamento é uma oportunidade de recomeço para as empresas que se encontram em situação de inadimplência. Precisamos ouvir as necessidades e reivindicações do setor empresarial, e, apesar de o Governo do Estado estar com o Refis pronto para enviar para a Assembleia Legislativa, eles aguardam um posicionamento da nossa categoria, que vem buscando soluções para aumentar o nível de assertividade na proposta de parcelamento”, finaliza o presidente. (Com informações Assessoria)


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