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terça-feira, 30 de junho de 2026
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Academias de ginástica são fiscalizadas pelo Procon

Após o Comitê de Acompanhamento Especial da Covid-19 liberar o funcionamento das academias, o Instituto de Proteção e Defesa do Consumidor do Acre (Procon/AC) realiza durante esta semana a fiscalização de pelo menos 30 estabelecimentos em Rio Branco.

A resolução que dispõe sobre a reabertura dos setores e atividades durante a pandemia foi alterada no dia 21 de agosto e liberou o funcionamento das academias de ginásticas, com restrições, no Acre. A reabertura estava prevista apenas durante a faixa de cuidado, representada pela cor verde, no planejamento montado pelo próprio comitê. Atualmente, o Acre se encontra na faixa de atenção, na cor amarela.

Depois de o comitê liberar a reabertura deste setor, a ação começou na segunda-feira (19), e fiscaliza a disponibilidade de álcool em gel, sinalização da capacidade das academias, além de ações obrigatórias, como conter exemplares do CDC para consulta, agendamento de horários de atendimento, sobre as formas de pagamento, descontos e as políticas para cancelar ou adiar os planos contratados.

“Nós estamos em campo e estamos concluindo 30 academias que estão sendo fiscalizadas aqui na capital. Esse retorno das atividades desde o final de agosto, de acordo com decreto que liberou com restrições, e, nós estamos fiscalizando justamente para garantir ao consumidor que nesse retorno as relações sejam feitas de forma que o consumidor tenha seus direitos amparados”, contou.

O presidente do órgão disse que até esta quinta-feira (22) ainda não tinha registrado nenhuma irregularidade em relação às restrições e que apenas um estabelecimento que não tinha a opção de pagamento em dinheiro. Porém, o estabelecimento já estaria se adequando.

“É o trabalho que o Procon já vinha fazendo, mas, agora, a gente percebe que começou a se avolumar o número de pessoas nas academias”, acrescentou.

Ainda conforme o órgão, mesmo com a liberação por parte do poder público, as pessoas pertencentes ao grupo de risco, como idosos e crianças, estão restritas a frequentar os espaços, devido às normas de saúde.