Clécio de Moraes Oliveira, 35, foi preso na manhã da quarta-feira, 6. Ele havia se passado por policial civil e efetuado disparos com uma arma de fogo durante uma briga em frente ao Vintage Pub. As informações foram confirmadas pelo delegado da polícia civil, Yvens Dickson.
O fato se deu na última noite do carnaval de 2022,no dia dois de março e estava sendo investigado até então pela Delegacia da 1° Regional de Rio Branco, que resultou na identificação e prisão preventiva de Clécio de Moraes, que confessou os crimes, o que pode ser revertido em uma pena de até nove anos de prisão.
Segundo o delegado, o ex-jogador é filho de policiais civis que já morreram, se apossou dos distintivos e se passava por policial. “Não é policial civil, embora utilizasse símbolos privativos da instituição. Foi apurado que essa pessoa é filha de dois policiais civis já falecidos e se apropriou desses símbolos para se apresentar perante a sociedade como policial civil. A partir disso, ele conseguiu comprar uma arma de fogo e utilizava essa arma publicamente pela cidade, sempre fazendo uso ostensivo do armamento”, disse.
Clécio de Morais atuou em cargo comissionado no governo do Acre, mas foi exonerado ainda este ano. “O acusado já foi funcionário comissionado do governo, mas é exonerado. Não resistiu, se entregou voluntariamente”, disse ao confirmar que o rapaz responderá por três crimes. “Disparo de arma de fogo, que ele inclusive confessou, porte ilegal de arma de fogo e usurpação da função pública, que é quando alguém não pertence ao quadro de servidores e fica simulando que é funcionário público. Pode pegar até nove anos de prisão”, finalizou


?>
?>
?>
?>
?>
?>
?>
?>
?>
?>