
O Acre recebeu nesta quinta-feira, 27, o reconhecimento internacional como zona livre de febre aftosa sem vacinação pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE, na sigla em inglês).
O estado já era reconhecido como área livre da aftosa pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), desde agosto de 2020, e internacionalmente pela OIE como zona livre de aftosa com vacinação há 14 anos.
Para anunciar o novo status, que influencia diretamente no mercado agropecuário acreano, o governador Gladson Cameli realizou uma coletiva de imprensa.
“Quem ganha hoje são os acreanos, que viram uma página da história do estado. São oportunidades de negócios, de emprego, de renda, de lucro a um dos setores mais fortes do Acre. Porque fazer o agronegócio com responsabilidade ambiental é o que vai nos fazer progredir”, afirmou Cameli.
O território acreano possui, aproximadamente, 3,5 milhões de bovinos que geram, anualmente, renda de R$ 1,5 bilhão. Com a certificação, o Acre ganha autorização e estímulo para exportar ao mercado internacional produtos de origem bovina.
“Agora podemos colocar nossa carne dentro dos Estados Unidos, Europa, Japão e tantos outros. Mas o produtor precisará manter os cuidados animais, a cada seis meses fazer sua declaração de rebanho para o controle e notificar qualquer anormalidade sanitária ao Idaf”, observou o presidente do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal (Idaf), José Francisco Thum.
Segundo o superintendente do Mapa no Acre, Fernando Bortoloso, o selo internacional é fruto de um trabalho conjunto. “O Ministério segue responsável por realizar as auditorias e supervisões no Idaf com o intuito de manter as conformidades das diretrizes da própria OIE. E acreditamos que essa é uma vitória gigantesca para o agronegócio do Acre”.


?>
?>
?>
?>
?>
?>
?>
?>
?>
?>
?>