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quinta-feira, 18 de junho de 2026
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Ranger dos dentes, conhecido como “bruxismo”, pode ter aumentado durante a pandemia

Além das sensações negativas de tensão e ansiedade, a pandemia do novo coronavírus pode provocar nas pessoas o “bruxismo”, que é a desordem funcional que se caracteriza pelo ranger ou apertar dos dentes durante o sono.

Segundo especialistas da medicina dentária, devemos estar atentos às várias formas de proteção relacionadas a saúde bucal, principalmente durante esse período, em que a Covid-19 abala o estado emocional de muita gente.

Os profissionais alertam que essa caraterística, cada vez mais comum atualmente, ocorre quando o indivíduo está estressado, o que faz com que ele apete os dentes, ocasionando dores musculares, de cabeça e o bruxismo.

Mais sobre o transtorno

O bruxismo pode ser definido como uma atividade parafuncional e pode acometer pessoas de todas as idades. O distúrbio ocorre quando os dentes entram em contato de maneira forçada, quer esse contato seja silencioso ou produza sons, especialmente durante o sono. Essa pressão pode provocar desgaste e amolecimento dos dentes. Nos casos mais graves, podem ocorrer também problemas ósseos, na gengiva e na articulação da mandíbula.

Tipos de bruxismo

São dois tipos de bruxismo existentes, como o próprio nome já indica: o bruxismo diurno e o bruxismo noturno, que está ligado principalmente a um distúrbio de sono.

Sintomas

Além do desgaste e amolecimento dos dentes, dor de cabeça é o sintoma mais comum do bruxismo. Isso acontece porque a compressão exagerada dos dentes pode levar à isquemia dos vasos que entram no ápice da raiz e depois à necrose dos vasos, dos nervos e da polpa dentária.

Outros sintomas do bruxismo são dor e zumbido no ouvido, dor no pescoço, na mandíbula e nos músculos da face por causa do esforço realizado pelos músculos da mastigação, estalos ao abrir e fechar a boca e alterações do sono. Reduzir o estresse e gerenciar a ansiedade podem reduzir o transtorno em pessoas propensas à condição.