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quarta-feira, 3 de junho de 2026
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Série 10 anos: Rutembergue Crispim conta sua experiência como colaborador do Opinião

Como parte das matérias a respeito do aniversário dos dez anos do JORNAL OPINIÃO, o jornalista Rutembergue Crispim, contou sobre sua experiência como colaborador. Recordou histórias, e da emoção da primeira edição, ainda em tamanho A4.

Ele relembra que quando recebeu o convite para ser colaborador do jornal estava trabalhando no site Agazeta.net. “Ele me convidou dizendo que estava perto de realizar um sonho, que era ter um jornal, que seria inicialmente semanal e seria distribuído gratuitamente”.

Como não iria interferir no meu trabalho no portal, aceitei o convite. “Confesso que no começo achei a ideia utópica. Depois de muito conversar com o Acrevenos ‘aquele, na verdade, era nosso primeiro contato, eu nunca tinha nem visto aquele cidadão’, percebi que ele estava falando de um sonho verdadeiro”, comentou.

Sobre a primeira edição ele detalhou. “Só ficou pronta na madrugada daquele dia. O professor Evaldo Pereira era o editor. Também colaboravam o Gleyciano Rodrigues e a Chrísna Lima. Foi uma experiência nova, mas cheia de aprendizado e crescimento profissional. O desafio de fazer um jornal semanal, exigia que tirássemos um coelho da cartola a cada edição”.

Rutembergue recorda de uma conversa que teve, logo após a primeira edição do Opinião. Naquela ocasião o Acrevenos disse que não queria usar o jornal para agredir a honra de ninguém. “Não quero usar o jornal pra fazer chantagens; quero um jornal para contribuir com meu Estado e ajudar na melhoria de vida da população”.

Ele ressaltou a liberdade que tinha para produzir os materiais. Sem nenhum tipo de pressão. “Única exigência era que nossos textos respeitassem a ética e não ferissem a honra das pessoas. Que pudéssemos fazer jornalismo pensando nos mais necessitados e até esquecidos”.

Por esse motivo, Crispim destaca que esse é o diferencial do jornal. “Aforma respeitosa como a direção nos tratava, a liberdade para escrever as matérias. O Acrevenos sempre fala: não quero prejudicar ninguém, não me interessa fazer o Jornalismo de chantagem e que atinge a honra das pessoas. Quero fazer jornalismo de verdade. E foi uma motivação a mais”, ressaltou o jornalista.

Ao fazer uma análise, Rutembergue diz que hoje, quando ler o Opinião, vê que ele segue com o mesmo pensamento.

“Aquele pequeno jornal semanal, se transformou num grande veículo de Comunicação, inclusive, vencendo muitos prêmios de jornalismo, com produção de matérias especiais e que contribuem para o desenvolvimento do Acre”.

Agradecimentos

“Sou muito grato ao Opinião pela oportunidade profissional, por ter convivido e conhecido tantos profissionais competentes e por tudo que eles fazem pelo nosso Acre. Acredito que o jornalismo é o canal mais perfeito para que os gestores avaliem suas ações e para que a população possa reivindicar seus direitos”, falou o jornalista Rutembergue Crispim.

Sobre o futuro, ele faz questão de desejar vida longa ao Opinião e sucesso aos seus colaboradores. “Aqui no Acre fazemos um jornalismo de qualidade e o Opinião é um veículo que muito tem contribuído para que os problemas da sociedade sejam solucionados e nosso Estado continue crescendo”, finalizou.