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domingo, 26 de julho de 2026
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Morre Jangito, o professor da simplicidade

MANOEL FAÇANHA

O coração do futebolista Francisco Dias da Silva, o Jangito, de 61 anos, parou de pulsar na tarde deste domingo (9), no Hospital Emergência de Rio Branco. O ex-jogador estava internado a mais de duas semanas e não resistiu o agravamento de um problema renal e veio a óbito.

Início da carreira

Muito querido no meu esportivo acreano pela simplicidade, humildade e dedicação exercida na carreira de atleta, técnico e dirigente, Jangito vestiu durante a década de 1970 as camisas de Independência, São Francisco, Internacional e Atlético da Apolônio Sales.

Com as chuteiras penduradas, Jangito não largou o futebol e passou a figurar em várias comissões técnicas de clubes amadores e profissionais, além de também militar como dirigente em alguns de clubes menores.

Jangito tinha uma vasta folha de serviço prestado aos clubes profissionais acreanos, como São Francisco, Vasco da Gama, Andirá, Independência, Rio Branco entre outros. Jangito também era militar da reserva da PMAC.

Apelido

O apelido Jangito surgiu no início da carreira no juvenil do Independência. Francisco Dias tinha semelhança física com o jogador amapaense Jangito, esse um dos craques do Tricolor de Aço na década de 1970. Certa vez, alguém olhou pra ele e tascou: “Olha o filho do Jangito!”. O apelido pegou.

Futebol lamenta

Logo após a morte de Francisco Dias, o Jangito, muitos atletas e pessoas do meio esportivo foram às redes sociais para lamentaram o falecido do desportista. O ex-jogador e técnico Paulo Roberto Oliveira lamentou a perda do amigo. “Muito Triste! Era um cara que tinha grande admiração”, resumiu o profissional.

O ex-jogador Cristiano Menezes, com passagem pelo Vasco da Gama e Independência, também usou as redes sociais para falar da perda de Jangito. “Hoje uma das personalidades do nosso futebol nos deixou. Trata-se do Jangito, mas eu lhe chamava de Professor Jangito, um ser humano incrível pela sua simplicidade e humildade.