Após o Rio Madeira medir menos de 10 metros e filas de caminhões de cargas se formarem próximo a balsa a espera de realizarem a travessia para trazer produtos para o estado, o Sindicato dos Postos de Combustíveis do Acre (Sindepac) enviou comunicado de que não há risco no momento, de desabastecimento de combustíveis no Estado do Acre.
A nota destacava ainda que há um atraso com média de 24 horas na travessia das carretas que trazem os produtos, devido o engarrafamento na balsa. E com isso, eventualmente, alguns postos podem ter o estoque reduzido, mas que não deve ultrapassar a um dia, no máximo, para normalizar a situação.
O funcionário público, Luiz da Silva, 48, conta que já sentiu o impacto da falta de gás nas distribuidoras próximo de casa. “Precisei comprar um gás e não tinha pra vender por aqui. Tenho medo que comece a faltar as coisas e os comerciantes comecem a cobrar um absurdo pelos produtos, alegando esse problema, e nãobaixar mais como da última vez”, disse.
O Sindepac ressaltou que, além de não correr risco de desabastecimento, por enquanto, esse é mais um momento importante para cobrarmos das autoridades celeridade na obra da ponte sobre o rio Madeira. Construção essa, que tardou a iniciar e que precisa de agilidade para ser concluída.
O comerciante Elizeu Melo, 37, afirmou que não consegue manter seu estoque em dias e que algumas coisas estão em falta. “De tudo o que mais senti foi o gás, passei dois dias sem ter pra distribuir para os clientes. E se piorar essa situação, como vamos fazer?”, questiona


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